X-Men - Nº 96 (Dezembro/2009)

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Avaliação - X-Men - Nº 96

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X-Men - Nº 96 (Dezembro/2009)

Mensagem  leonardobento em Qua Dez 02 2009, 16:53

X-Men Nº96



Sinopse: Arcanjo e Fera partem em busca de reunir um grupo especial para evitar a extinção mutante enquanto Colossus encontra um fantasma de sua juventude na Rússia. O Professor X tem uma conversa nada amistosa com seu meio-irmão, o Fanático. Depois de serem enganados por Donald Pierce, os Jovens X-Men tentam se reerguer.
(X-Men Legacy 218, Uncanny X-Men 504 e 505, Young X-Men 6)
Revista mensal, formato americano, 100 páginas, papel Pisa-brite, R$ 7,50, distribuição nacional

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Última edição por leonardobento em Sex Dez 18 2009, 10:56, editado 2 vez(es)

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Re: X-Men - Nº 96 (Dezembro/2009)

Mensagem  Bolivartrask em Qua Dez 02 2009, 17:58

Há uma melhora significativa nas historias dessa edição.
vale a pena
X-Men Legacy 218 é maravilhosa

O que acharam de traduzirem Sisterhood para Irmandade feminina?

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Re: X-Men - Nº 96 (Dezembro/2009)

Mensagem  leonardobento em Qua Dez 02 2009, 18:12

Bolivartrask escreveu:Há uma melhora significativa nas historias dessa edição.
vale a pena
X-Men Legacy 218 é maravilhosa

O que acharam de traduzirem Sisterhood para Irmandade feminina?

Horrível!

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Re: X-Men - Nº 96 (Dezembro/2009)

Mensagem  ALMIR X em Qua Dez 02 2009, 21:44

Péssima tradução, seria melhor apenas Irmandade

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Re: X-Men - Nº 96 (Dezembro/2009)

Mensagem  leonardobento em Sab Dez 05 2009, 10:55

Votei em Excelente. O Fraction não escorregou nenhum minuto nessas duas primeiras edições do novo arco. Ele também soube bem explorar um plot que parece que ia ficar esquecido: como Piotr está reagindo ao desaparecimento da Kitty. O desenho dos Dodson também ajudam na avaliação.

Carey continua ligando várias pontas perdidas. É impressionante. Em Hulk Contra o Mundo: X-Men, o Fanático recuperou o poder de Cyttorak e deixou o lado dos bonzinhos de novo. A conversa com o Xavier e o arrependimento de Cain de ter tentado ser alguém bom como o Charlie foram muito bem escritos. O final também é digno de nota.

Melhor história dos Jovens X-Men até agora. Eles serão agora definitivamente treinados como um exército mutante, aos comandos de Mancha Solar e Dani Moonstar.

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Re: X-Men - Nº 96 (Dezembro/2009)

Mensagem  DanReztek em Sab Dez 05 2009, 13:32

Individualmente, excelente a parte de Legacy, só fiquei com uma dúvida que é em relação ao Juggernaut na edição #211, onde ele é aparentemente atacado no começo, ali já era o Xavier tentando entrar na mente dele ou era o efeito daquela máquina do Sinistro?scratch
A parte de Jovens X-men foi legal, com destaque pro Pedreira, o título experimentando uma melhora, ainda que um tanto tardia.
A Uncanny, na gangorra do Fraction, também esteve em alta nessa edição, que no geral foi muito boa.
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Re: X-Men - Nº 96 (Dezembro/2009)

Mensagem  Piotr em Dom Dez 06 2009, 11:51

Bem, a Uncanny está começando a saga que eu queria, vou começar a comprar
MWAHAHA
muito bom JovensX-men
Votei em Muito Boa
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Re: X-Men - Nº 96 (Dezembro/2009)

Mensagem  leonardobento em Seg Dez 21 2009, 15:37

Resenha do Marvel 616:



Fabulosos X-Men: Reunião



Desde o fim do Complexo de Messias, os filhos do átomo sofreram drásticas mudanças. Algumas físicas, como a migração para São Francisco, considerada agora a “capital” do Homo superior nos Estados Unidos da América. Outras sociais, como se vincular ao governo local e ter uma posição mais pró-ativa. Também tiveram mudanças de atitude, como a investida secreta de Scott Summers numa equipe barra-pesada mutante, a X-force. Assim, mudaram também seus inimigos. E as mudanças foram tantas que podemos até mesmo dizer que afetaram até mesmo a relação entre seus líderes, Ciclope e Emma Frost. E tudo isso podemos ver ilustrado na edição 96 da revista X-men.

A história começa com um epílogo no Mojoverso. A pessoa que acreditamos ser Madelyne Pryor está acompanhada de outras duas comparsas que formam sua “irmandade feminina” e outra em contato com uma outra para convidá-la ao time. O nome dela é Espiral.

Já em São Francisco, encontramos o Colossus tendo séria dificuldade numa loja de tatuagem. Sendo aquela a segunda tentativa de gravar uma lembrança de seu amor perdido no espaço em seu corpo e custando mais uma máquina a tatuadora, ele é simplesmente mandado embora.

No caminho de volta a nova base dos X-men, no Complexo Graymalkin, ele decide dar uma passadinha na capela local e encontra um velho amigo. Kurt Wagner, o noturno, está em meio a suas orações quando sente a presença do amigo. Então, convida-o para sentar com ele. Kurt diz que tem notado que ele tem passado muito tempo no estado orgânico e se preocupa. Peter diz a ele que assim ele parece sentir menos a ausência de Kitty.



Então, a conversa de ambos é interrompida pelo casal líder. Ambos dizem que precisam logo do velho colossus de volta. Scott sugere que ele faça o que for preciso para se recuperar. Emma brinca dizendo que não agüenta mais ser sozinha a força bruta do grupo e isso faz com que Ciclope olhe atravessado para ela.

Então, a discussão começa e isso acaba levando a um ponto. Scott está se afastando, escondendo algo, principalmente desde que foram para a missão contra o culto do inferno. Scott defende-se dizendo que não há nada escondido e oferece-se para ser sondado mentalmente.

Então, entramos na mente de Scott Summers, um lugar cheio de mulheres lindas por quem ele já olhou com “outros olhos” na vida. O cenário é um grande hotel onde Vampira, Psylocke, Tempestade, Mística, Cristal e muitas outras heroínas em diferentes versões e épocas são hospedes ou ocupam alguma função. Emma sorri e nota que ali não há ruivas.



Enquanto isso, Piotr volta a andar solitário pelas ruas de São Francisco. No distrito Richmond encontra um bom restaurante grego e decide ir lá apreciar o cardápio. Já no terceiro prato a ser degustado, houve algo estranho no interior do lugar. Mesmo sendo avisado, ele decide espiar e encontra o dono do estabelecimento sendo estorquido. Porém, para sua surpresa o malfeitor é alguém que Rasputin se recorda muito bem dá sua infância. E isso o faz fugir dali. Foge de um homem que diz ser o diabo em pessoa.

Então, seguimos para um interlúdio bem longe de São Francisco. Dois dos X-men fundadores, Fera e Anjo, estão em Buenos Aires numa missão pra lá de especial. Numa mesa de um pequeno bar durante o café da manhã, os dois tem um encontro com o Doutor Bradley, renomado cientistas que tem a fama de ter cocriado o Tocha Humana original e ter capturado um grande numero de supercientistas nazistas escondidos ali, na América do Sul. Bradley também é conhecido como sendo o Doutor Nêmesis e é o primeiro convocado da lista por Hank McCoy a tentar desfazer o fatídico mutanticídio ocorrido no Dia-M.

Durante a conversa, no entanto, o Dr. Nêmesis se prepara para um iminente combate. Mascara parcialmente seu rosto, puxa sua arma que dispara narcóticos científicos e observa com seus olhos mecânicos a vinda de aberrações genéticas a duzentos metros dali se aproximando.




Nêmesis atira os dardos com precisão e assim derruba seus inimigos antes que Hank e Warren sequer saibam de onde vinham. Os dois X-men se preocupam em salvar os clientes e o Dr. Nêmesis dá fim aqueles que ele chama de “supernazistas de proveta”. Então, Hank faz sua oferta e ele aceita. Fera têm seu primeiro gênio, mas é apenas o começo de seu recrutamento de mentes brilhantes.

De volta a mente de Scott, Emma finalmente se depara com algo curioso. Uma porta negra com um “x” vermelho marcado parece guardar algo dentro. Ao pedir permissão para entrar, encontra lá uma caixa preta impenetrável. Então, Emma questiona o seu conteúdo e Scott desconversa.

Emma pede mais explicações e ele explica que o que tem ali dentro são segredos que ele deve guardar para segurança de todos. Nada mais do que coordenadas e dados de segurança. Frost então se contenta com a resposta, mas fica curiosa pra saber como Summers aprendeu a se proteger assim. Ele explica que Jean o ensinou.

Então, a conversa é interrompida. Karma chega esbaforida no corredor e os tira do plano astral. Então, os dois a seguem e vêem o que esta na TV. Simon Bolivar começa seu discurso e revela para todo o país a verdade sobre o incidente no Alasca tempos atrás. Aquilo foi culpa de um nascimento mutante. E apresenta ao público sua “Coalização Humanidade” que tem como intuito proteger o futuro do Homo sapiens.



No quadro seguinte, Scott e Emma estão no gabinete da prefeita. A principio, os dois parecem preocupados com o que aquilo pode levar a São Francisco, mas ela se nega a deixar se vencer por aquela afronta. Reforça a idéia de que sua cidade deve estar de portas abertas para todos os mutantes e isso arranca um sorriso dos X-men presentes.

E nesta mesma noite, no distrito de Richmond, Colossus provoca o encontro com o misterioso homem de suas memórias. Num bar perto, após o sujeito criar uma confusão com a garçonete, ele relembra o seu passado quando aquele mesmo russo extorquia seus pais. E o pior, ao que aperece, ele conhecia a natureza dos dons de Colossus.

Então, o sujeito provoca Piotr sem ter qualquer idéia da relação deles no passado. Com facilidade e sem precisar usar seus poderes, Colossus derruba os dois capangas que estavam ao seu lado. Então, quando chega o momento de encarar o velho russo, ele o convida para sentar e conversar. Um emprego é oferecido e Piotr vê ali uma boa oportunidade de dar um jeito no sujeito. As palavras de Scott voltam a sua mente... “faça o que for preciso”.

Na mesma noite, nos subterrâneos de Graymalkin, onde ficam os dormitórios, Hisako e Megan, respectivamente, Armadura e Fada, estão conversando quando vêem a X23 sair do banho com uma toalha ensangüentada. Aquilo apavorou a jovem Megan ao ponto de ir atrás da diretora Emma relatar o ocorrido.



Emma Frost estava numa varanda apreciando seu conhaque e sequer olha para trás. Diz para Megan que aquele sangue da toalha não era da Laura. Então, agradece por trazer o assunto até ela e pede para que a garota se retire.

A Rainha Branca segue então até um dos quartos de Graymalkin e encontra um desnorteado Scott olhando para o berço que montara tempos atrás. Scott filosofa agora que aquilo pode ser inútil, já que a menina pode simplesmente retornar com qualquer idade. Então, Emma desvia rapidamente a conversa e pergunta o que Ciclope está escondendo dela. O que Logan e Warren tem feitos juntos ultimamente? Tudo parece diferente, o clima, a falta de piadinhas no café da manhã...

Ela então diz que se Scott não deseja contar para ela, que permita então extrair de sua mente. Ele, no entanto, a detém e isso faz Emma sair com passos duros da sala, quase que atropelando Tempestade que estava no seu caminho.

Então, seguimos para mais um interlúdio fora dos Estados Unidos. Desta vez, Fera, Anjo e o Doutor Nêmesis vão para o Canadá e lá encontram Madison Jeffries praticamente cercado pelos próprios construtos inteligentes que criou. Usando o restante de sua tecnologia, consegue criar outros robôs para ajudá-lo.



Então, eles chegam na surdina e quase matam o sujeito do coração. Fera se apresenta e Jeffries o reconhece. O Anjo diz que o grupo precisa de alguém bom com máquinas na equipe cientifica deles. Nêmesis reclama que o sujeito está louco e não tem lá sua serventia, não sendo nem mesmo oficialmente um “doutor”. Contudo, as palavras de Bradley são ignoradas. Jeffries coça a cabeça e aceita a proposta. Antes, claro, precisa detonar todo o lugar e assim destruir suas criações. Agora, Fera só precisa convocar mais um para seu time.

Em outra parte de Graymalkin, Tempestade vai até Emma para ter uma conversa. Como sempre, as duas trocam farpas no começo e, então, Tempestade a questiona se a Rainha Branca sabe de fato o que é ser uma “rainha”. Então, Emma mostra visualmente várias versões suas como diferentes líderes de distintas épocas.

Tempestade ironiza aquela visão e Emma a xinga, reclamando que nem todos nascem nobres ou casam com reis. Segundos depois, sabendo que agiu mal, Emma se desculpa e reclama que Scott a isolou. Diz se sentir mais namorada do que companheira.

Ororo então sugere que ela então se porte como uma. Diz para confiar em Scott, pois se há segredos sendo guardado por ele é no melhor interesse dos dois. Que ela seja ponderada e espere pois em breve o caminho dos dois voltaram a se cruzar. Por fim, a Monarca de Wakanda diz que se Emma quer mesmo ser uma “rainha”, que assuma o comando.

Essas últimas palavras parece repercutir na cabeça de Emma. Com a toalha ensangüentada nas mãos, a Rainha Branca recebe uma ligação misteriosa. A única coisa que confirma é... “estarei lá”. E já dá pra imagina pelo final da Invasão Secreta para onde é que Emma estará indo, não é?



Bom, a edição conclui-se nesta parte, trazendo os desenhos magníficos de Terry Dodson e sua esposa Rachel na arte-final. O roteiro é assumido agora exclusivamente por Matt Fraction. Muitas coisas ficaram abertas aqui e só saberemos o destino delas nas próximas edições.

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Re: X-Men - Nº 96 (Dezembro/2009)

Mensagem  leonardobento em Seg Dez 21 2009, 17:13

Resenha do Marvel 616:



Jovens X-Men: Consequências

Num plano ardiloso elaborado por Donald Pierce, um grupo de jovens mutantes que outrora eram estudantes da Escola Xavier foram elencados e manipulados para atacar aqueles que um dia foram os “Novos Muntantes”, a terceira geração de alunos do Professor X. Mas antes do fim, o logro arquitetado pelo vilão foi descoberto, porém uma vida acabou sendo perdida. Agora, após tudo isso, resta a pergunta já até clássica – O que será feito daqueles Jovens X-men que restaram?



Na edição 96 de X-men, a última deste ano, vemos as conseqüências imediatas dos acontecimentos mostrados logo no primeiro arco desse novo título. Pedreira num rompante de fúria ataca o verdadeiro Scott Summers com um soco, mostrando que ainda está bem confuso sobre a farsa elaborada por Pierce.



Obviamente, Ciclope está bem e éimediatamente levado para ser tratado pelo Fera. Contudo, muita coisa ainda está turva nesta história e não só para o jovem Santo Vaccarro. Ele é o primeiro a questionar a presença de Eric Gitter ali, o Tatuado. Os dois se estranham, mas entram num tipo de “acordo”. Pedreira certamente vai ficar de olho bem aberto.



Na verdade, para quem leu a última edição, sabe que Tatuado revelou-se como sendo um contratado por Pierce a ajudá-lo na execução de seus planos, mas acabou mudando de lado verdadeiramente no final. Os ex-Novos Muntantes Sam Guthrie, Roberto da Costa e Dani Moonstar acabam descobrindo isso, mas preferem dar uma nova chance ao rapaz. Afinal, quantos X-men já não foram vilões no passado? Contudo, esse segredo deve ficar só entre eles.

Contudo, Ciclope agora deve decidir o que fazer com aqueles jovens e após refletir bastante acredita que não pode desperdiçá-los. Ele não reabrirá uma escola, mas crê que deve destinar os meninos a instrutores que os ensinem a lutar, a sobreviver nesta vida. E esses instrutores são Dani Moonstar e Roberto da Costa.

Ciclope também acredita que isso tudo será bom para Beto e Dani. Roberto sendo um novo Lorde Imperial do Clube do Inferno acabou se tornando um alvo fácil e isso merece que ele tenha mais cuidado e segurança. Já Dani perdeu seus poderes, mas não deixou de ser uma heroína.

Agora, temos também um outro novo integrante, chamado Jonas Graymalkin. O rapaz é um mistério por si só. Além dos poderes de ficar mais forte na escuridão, Fera descobriu algo em seu DNA. O jovem é mutante, só que bem mais velho do que aparenta. Além disso, sua genética é similar a de um outro X-man, ou melhor, do fundador deles, Charles Francis Xavier. Mas como explicar que um garoto de 17 anos é um ancestral do Professor X.



Bem, num outro momento, Dani e Beto vão fazer uma visitinha a Kurt Wagner, o Noturno. O X-man que agora cuida de uma catedral próxima a nova base dos Mutantes em São Francisco oferta aos dois uma proposta estranha – hospedar os Jovens X-men naquela igreja. O lugar será reformado com os recursos de Warren e os garotos não precisam assim se recuperar com abrigo tão cedo.

Na mesma tarde, Vacarro vai até o escritório de Scott Summers para pedir desculpas. Então, os dois começam a conversar e Santo entra em desespero. Não demora pra ele abraçar Ciclope e chorar . Muitos amigos dele morreram nesta guerra.



Já na prisão das industrias Graymalkin, Pó vai visitar o vilão que quase arruinou sua vida na última história. Pierre tenta irritá-la com palavras, mas acaba não tendo efeito algum. Soraya sai por cima e diz que o ódio, preconceito e imcompreensão de Donald só faz lembrá-la de sua casa.

Ruth Aldine, a Olhos Vendados, decide sair do grupo. Ela diz que aquele não é seu lugar, ao menos por enquanto. Contudo, antes de sair diz ao Tatuado que sabe que “a trilha continua”. O jovem, arrependido, pede desculpas e diz que só quer se esforçar para melhorar. Aldine só repete o mesmo “eu sei. Sei que sua trilha continua”.

Perto do fim da revista, a equipe volta a se reunir mais uma vez. Pó, Pedreira, Tatuado e Graymalkin estão com os uniformes do grupo e sob a orientação dos seus novos instrutores. Algumas brigas acabam acontecendo no meio, mas era o esperado. Só que não é o fim.

Sim, resta mais a serem convocados e é por isso que Dani Moonstar foi fazer uma visita a um ex-aluno da escola. Ela contou todos os recentes acontecimentos e pede para ele juntar-se ao grupo. Ele pode fazer diferença, dar uma unidade a eles. Então, o novo convocado aparece bem diante dos nossos olhos assim que desfaz a camuflagem, seu poder mutante.



Seu nome é Victor Borkowski, vulgo Anole. E ele esta indo para São Francisco.

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Re: X-Men - Nº 96 (Dezembro/2009)

Mensagem  Red em Seg Dez 21 2009, 17:48

Dan, era a máquina do sinistro ( pelo menos foi isso que eu entendi )

Há uma melhora significativa nas historias dessa edição.
vale a pena [2]

Quase comprei, a arte do dodson ajuda muito, e a história do Fraction tava bem legal.

Mas, sei lá porque, essa história do Cain foi a que menos gostei desde o começo de Legacy ( não achei ruim, só não achei tão boa )
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Re: X-Men - Nº 96 (Dezembro/2009)

Mensagem  leonardobento em Qua Dez 30 2009, 13:04

Resenha de Legacy:



X-Men Legado: Você não sabe quem eu sou?

Depois de frustrar os planos póstumos do Sr. Sinistro, acertar as contas com seu pupilo Ciclope e ajudar Wolverine com a salvação do filho Daken, Charles Xavier continua a busca por suas memórias perdidas, a partir das lembranças dele guardadas por velhos aliados e inimigos. O resultado até agora foi satisfatório para o Professor X, mas há certas mentes que ele talvez não devesse visitar...



Um novo capítulo da saga de Charles se inicia em X-Men 96, onde, num bar, seu irmão adotivo Cain Marko, o indetível Fanático, ordena mais e mais taças de cerveja a uma intimidada garçonete, mantendo uma delas cheia, a espera de alguém. Este alguém – o professor Xavier – adentra o local, que se encontra danificado e com reféns assustados sentados no chão. Cain comemora a aguardada chegada, e pede a Charles que se sente e tome uma cerveja. Xavier não sabia que era esperado, mas o Fanático explica que sempre que tentam xeretar sua mente, protegida pelo capacete místico, é como se batessem numa porta, e o professor tem um jeito particular de bater. Portanto, ele sabia que era procurado.



Diante da situação, o Professor X diz que o assunto que foi ali discutir diz respeito apenas aos dois e pede a liberação dos reféns. Marko faz jogo duro e quase mata um jovem presente para convencer Charles a fazer o que quer. Entrando no jogo do meio-irmão, Xavier diz já saber que ele voltou a usar a energia de Cittorak e desistiu do caminho de redenção que estava trilhando. Fanático explica que esse tipo de coisa faz o feitio do irmão, não o dele, e o pede para dizer logo o que pretende, enquanto ele decide se o mata ou não.

O professor não vai direto ao ponto, e começa, num ar de correção, contando a origem do nome que deram a Cain no oriente: Jagannàtha – que ele adaptou para sua língua, se tornando o Juggernaut nos EUA, nome traduzido em nosso país para Fanático. Jagannàtha era uma carruagem feita para carregar o deus Krishna durante celebrações. Ela era composta de ferro e bronze e tinha quinze metros de altura, tendo que ser puxada por trezentos cavalos, devido ao seu enorme peso. Durante os eventos comemorativos, algumas pessoas chegavam a se jogar sob as rodas de Jagannàtha, em busca de bênção divina. Por isso esse nome é dado ao que não pode ser detido; seja por força externa, orações ou pedidos de clemência.



Questionado sobre onde quer chegar, Xavier explica que a história é falsa, se tratando de um erro cometido por missionários europeus, pois as pessoas não se jogavam sob a carruagem, mas caíam por acidente. Equívocos podem mudar o rumo das coisas e jogar pessoas em caminhos que nunca deveriam trilhar. Charles sente-se assim sobre o destino de Cain: parcialmente responsável pelo rumo tomado, devido a coisas que fez desde a infância dos dois. O Fanático se irrita com a noção que o irmão tem de que tudo que Marko é não passa de um ricochete de suas ações, e fala sobre algo de que entende bem: erros.

Ele conta sobre momentos críticos de sua vida: quando ficou preso pelo que pareceu uma eternidade na dimensão de Cittorak após enfrentar os X-Men pela primeira vez, quando passou um ano sentado em um meteorito no espaço em outro momento e da ocasião em que ficou enterrado em concreto durante seis meses após uma briga com o Homem-Aranha. Em todo esse tempo parado, só pensou em um ponto de sua vida...

Nisso, revemos o dia durante a Guerra da Coréia em que Charles tentava convencer seu meio irmão a não desertar e ambos toparam com o templo onde Cain ganharia seus poderes místicos. De volta ao bar, o Fanático explica que aquilo não foi um erro seu, pois desertou não por medo, mas por raiva de ser obrigado pelo governo a estar ali, estando cansado de ter os rumos de sua vida ditados por outros. Diferente de Charles, ele também nunca teve medo do pai, e planejava matá-lo, embora ele tenha acabado morrendo por conta própria. Sendo ele quem é, encontrar Cittorak foi uma bênção, como se o deus maligno visse dentro de seu coração, lhe dando força para seguir em frente, independente do que ficasse no caminho.

Cain explica que só se arrependeu das vezes em que ficou parado, em que tentou ser como Xavier.



Revemos agora o momento onde, depois de ajudar os X-Men a derrotar seu descontrolado amigo Black Tom Cassidy, Fanático é convidado pelo irmão para ficar na mansão por uns dias para recuperar as forças, o que renderia seu ingresso na equipe e tentativa de redenção. Ele acaba aceitando a oferta, mas avisa que isto não significa que os dois se tornarão irmãos amorosos, pois ele ainda odeia Charles. Xavier explica que, por conhecê-lo tão bem, Cain não deve esperar dele nada menos que esperança eterna.



No bar, o Fanático admite que ficou porque quis, pois estava fraco na época. Andava duvidando de si mesmo e isso afetou negativamente seu poder. Ele fala de um super-poder que Charles provavelmente não sabe que tem: ficar entre as pessoas e quem elas devem ser. Mas isso não é mais problema para Marko, ele derrotou Xavier no fim. E não se trata de licença poética, este é realmente o fim: ele decidiu matar o Professor X.

Sendo assim, Charles lhe dá uma pequena caixa como presente de despedida. Se Cain suspeita de um truque, que só a abra após sua morte. Mas a curiosidade do Fanático é grande, e ele prefere encarar a situação, descontando em Xavier caso de trate de uma armadilha. Ele abre e ela está vazia. Xavier insinua, de forma enigmática, que tal condição da caixa é temporária, e refaz sua oferta pela última vez. Pede a Cain não que renuncie ao poder de Cittorak, mas que mantenha parte de sua alma intacta, com a ajuda dele.

Marko se irrita com a insistência de Xavier em torná-lo menos do que é e, segurando o irmão pela cabeça, explica que é o Fanático, não por algum erro ou algo que Xavier tenha feito, mas por escolha. Ele escolheu ser o Fanático em vez do irmão de Charles, e faz isso novamente, explicando que essa coisa de redenção é só um jogo onde se seguram para não se matarem entre si. Não se trata de piedade ou decência humana, eles só estão muito acostumados um com o outro. Enquanto fala, ele põe o bar abaixo, e só vai embora quando se certifica que o irmão está realmente morto.



Algum tempo se passa. Cain assiste a morte de Xavier ser anunciada na tevê, faz coisas comuns do dia-a-dia, enfrenta os X-Men e, agora, se encontra sentado na sala de sua casa de frente ao presente dado por Charles. Ele sabe que vai se odiar por isso, mas abre a caixa. Dentro dela, se vê dormindo em sua cama. Antes que possa reagir, o chocado Fanático ouve o irmão, e percebe estar dentro de uma caixa similar àquela, segurada pelo Professor X, que diz já ser hora de terminar a conversa. Nervoso, Marko não entende como aquilo pode estar acontecendo, já que está vestindo seu capacete e este impede a invasão de sua mente. Xavier explica que o verdadeiro Cain Marko está dormindo, sem ele. Charles o abordou durante o sono e todo o ocorrido se deu no relevo mental.

Fanático se irrita, o chamando de covarde, e o professor se defende constatando que, conforme provado, um encontro físico dos dois terminaria em sua morte e na de muitos inocentes. Ele reconhece que Cain tem razão: redenção não é sempre possível, mas compreensão sim. Charles o entende melhor agora, sabendo que ele escolheu o caminho que trilha. Fechando a caixa, Xavier pede que, para o próprio bem de Marko, ele não cruze o seu. Cain Marko acorda berrando e a história chega ao fim.



Com esta história fechada, Mike Carey não só nos traz o inevitável encontro dos meio-irmãos como define o até então incerto papel do Fanático no panorama mutante atual, se preocupando em tornar sua “volta às origens” coerente , caracterizando-o nos seus moldes mais clássicos e nos reapresentando sua personalidade e história de vida. Resta-nos a mesma constatação de Charles, a de que nem todos podem ser salvos e, com ela, a volta de um dos mais antigos vilões dos Filhos do Átomo.

Ao que parece, o Professor X está dando a volta por cima, mas seu destino continua uma incógnita para nós, leitores. Continuemos acompanhando sua jornada no ano que vem, e vejamos o que o futuro reserva para o responsável pela existência dos X-Men. Nos vemos lá.

*Título do artigo baseado numa fala do Fanático que é um tanto popular - principalmente na internet. Não usei como piada, já que ela reflete a afirmação de identidade do personagem que é o tema da história.

Léo


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Re: X-Men - Nº 96 (Dezembro/2009)

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