Wolverine - Nº 62 (Janeiro/2010)

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Avaliação - Wolverine - Nº 62

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Wolverine - Nº 62 (Janeiro/2010)

Mensagem  leonardobento em Sex Jan 22 2010, 09:46

Wolverine 62



Sinopse: Perseguido por Venom, que dominou o corpo de um tiranossauro, o Velho Logan e o Gavião Arqueiro fogem por suas vidas no futuro devastado. Na busca pelo elusivo Romulus, Wolverine é traído por seu filho e fica novamente à mercê de Cyber. Antes disso, ao se mudar para São Francisco, Logan resolve fazer uma visita a Chinatown e resolver pendências do seu passado, que acabam virando uma encrenca gigantesca, com gangues rivais e mestres de kung fu. E, finalmente, um nascimento na X-Factor!
(Wolverine 71, Wolverine: Origins 32, X-Factor 36, Wolverine: Manifest Destiny 1)
Revista mensal, formato americano, 100 páginas, papel Pisa-brite, R$ 7,95, distribuição nacional

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Re: Wolverine - Nº 62 (Janeiro/2010)

Mensagem  leonardobento em Sab Jan 30 2010, 20:01

Old Man Logan: Mais uma história ainda meio arrastada, mas o final foi interessante. A morte do Gavião vai fazer com que Logan assuma seu lado Wolverine com maior selvageria.

Origins: Way continua decepcionando. Não sei por que tem tanto hype em cima dele.

X-Factor: SENSACIONAL. A minha namorada, que não lê nenhuma HQ, leu e amou. A melhor história do Peter David a frente do título. Já entra no topo da minha lista de melhor história fechada de 2010 e dificilmente será batida. Os desenhos são ótimos. Nota 10.

Destino Manifesto: Aaron sempre escreve muito bem o personagem. Nota 10 para o início da mini.

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Avaliação

Mensagem  Ultimate_Avenger em Qui Fev 04 2010, 11:19

Old Man Logan: muito boa. Millar dosa na medida certa a caracterização do Gavião Arqueiro e Logan e a apresentação deste nefasto mundo novo. É incrível ver como cinquenta anos depois, Emma Frost ainda é a mesma hehehe. A manipulação psíquica de sua aparência foi o tour de force da edição. Para quem acompanhou todos os trabalhos do escritor este ano (1985, O Velho Logan, Quarteto Fantástico) esta edição e a próxima trazem boas surpresas. Tudo isto embalado pela maravilhosa arte de Steve McNiven. Ansiedade pelo confronto Caveira Vermelha/Logan.

Wolverine Origens: arrastado que só. Não canso de falar que nas mãos de outro escritor sairia coisa boa.

X-Factor: desde já também aponto que sderá uma das melhores histórias de 2010. Envolvente ao máximo, trabalha com realismo a personalidade de cada mutante, e o roteiro de Peter David atinge o ápice nesta questão (impagável o seu apelo na seção de abertura). A cena em que há a "conversa" final entre Theresa e Madrox é ótima. A arte de De Landdro é boa e sólida. Sem falar que a capa é muito, muito legal.

Manifest Destiny: genial. Jason Aaron nasceu para escrever Wolverine. Os monólogos do personagem, entrepondo-se ao bem construído clima de filmes de kung fu oitentistas merecem todos os aplausos. A arte de Segovia lembra muito Lenil Yu, só que com mais detalhes.

Votei em Excelente, pois as três edições siplantam as falhas de Origens.

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Re: Wolverine - Nº 62 (Janeiro/2010)

Mensagem  leonardobento em Qui Fev 04 2010, 13:29

Seu voto não apareceu aqui pra mim.

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Re: Wolverine - Nº 62 (Janeiro/2010)

Mensagem  Ultimate_Avenger em Qui Fev 04 2010, 13:32

Eu esqueci de votar hehehe... erro corrigido.

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Re: Wolverine - Nº 62 (Janeiro/2010)

Mensagem  leonardobento em Dom Fev 07 2010, 16:54

Marvel 616 escreveu:

Wolverine Origens: Problemas de Família

O começo entre Daken e Logan não foi exatamente uma reunião agradável de família. O menino, até então crente de que o pai o abandonara e matou sua própria mãe, queria vingança. Mas em Pecado Original, descobriu a verdade armada pelo misterioso vilão Romulus. Agora, pela primeira vez, pai e filho estão juntos, mas não sabemos até quanto tempo. Na verdade. O arco em duas partes “Problemas de Família” publicado em Wolverine 61 e 62 vai responder essa questão.



Depois de fugir da casa de praia de Shaw, no Pacífico Sul, Logan e Daken foram parar no norte da África. A dica do guri é que para encontrar Romulus, eles precisam procurar primeiro nos lugares com maiores conflitos. Rujuka, em Halwan, seria um bom começo. Lá os Dwali e Jono estão entrando mais uma vez em guerra. Um batalha nas ruas que encharca as ruas.

De cara, Daken acaba encontrando uma criança armada. Um jovem soldado nas ruas, mas que não se identifica nem como Dwali e nem Jono. A surpresa é que o moleque, assim como outros mais, são na verdade contratados por Cyber, o vilão com carapaça de adamantium enganado por Wolverine algumas edições atrás. Agora, ele quer dar o troco.



Antes disso tudo, Cyber quer um acordo. Como eles, o vilão quer se vingar de Romulus. Afinal, Romulus foi o grande responsável pela morte de seu primeiro corpo. Tudo por culpa de ele ter revelado a Nick Fury a sua existência.



Wolverine, no entanto, se nega ajudar. Cyber deixa a proposta em aberto. Se quiserem dividir informações sobre Romulus, eles certamente saberão encontrá-lo. A idéia é que a dica dos três sendo compartilhada, certamente seria mais fácil achar Romulus.

Durante, a noite, ao pé de uma fogueira, Daken e Logan bebem e curte um momento único entre pai e filho. A principal questão é confiar ou não em Cyber. Assim, eles decidem que o melhor seria extorquir a verdade de Cyber negociando o sintetizador de carbonádium, o mesmo material que hoje esta preso em seu peito e põe sua vida em risco. Logan tem um plano, resta saber se o seu filho vai ajudar a executá-lo.



Pela manhã, Wolverine faz sua jogada. Tenta invadir o esconderijo de Cyber com um jipe e é alvejado por uma saraivada de tiros dados pelos moleques africanos contratados pelo vilão. Mas no veículo só está Wolverine.



Daken, na verdade, já estava lá no lugar a muito tempo e já aparece nas costas de Cyber ameaçando-o.



Assim, o vilão é acorrentado. Wolverine começa a fazer suas perguntas, mas no meio delas cede a seu desejo de vingança por Silar Burr ter matado sua antiga namorada Janet. Bate no vilão, mas este continua a provocá-lo.

Então, ele é surpreendido por Daken. O seu filho corta sua garganta com as garras e sorridente diz que “acha o plano do Cyber mais legal”. O herói acaba desacordado e só vai voltar a ficar consciente muito tempo depois, com um monte dos moleques soldados do Cyber apontando rifles para ele.



Daken e Cyber vão parar num aeroporto clandestino. O vilão antes de subir a bordo quer saber o que o filho do seu inimigo sabe, mas Daken alerta que desde que perdeu as memórias durante os eventos de Pecado Original está muito confuso. Assim, ele diz que o vilão tem que compartilhar primeiro o que sabe para que assim ele possa se lembrar de algo.



Silas então o leva para um laboratório. É o mesmo laboratório onde Cyber foi construído pela primeira vez. O vilão diz que no dia em que adamantium foi enxertado em sua pele, também estavam lá Romulus, Daken e mais alguém. Então, o menino se recorda de um nome. Victor! Mas seria alguém novo? Ou estariam falando de Dentes de Sabre?

O destino é Glasgow. Eles chegam e Cyber nota que o moleque esta ainda portando o comunicador dos X-men retirado de Wolverine. Ele se questiona porque Daken não o jogou fora ainda e ele o alerta que se assim o fizesse os grupo de heróis mutantes desconfiariam e iriam parar atrás deles.

Então, voltamos para a África. Wolverine acaba se soltando e mesmo sendo atacado pela molecada, dá um jeito de fugir. E assim que desperta mais uma vez, faz sua ligação para os X-men. A pergunta é simples. Ele pede para Hank dizer onde ele está no momento. É quando o comunicador dos X-men que Daken está portando começa a transmitir sinais.



Cyber e Daken estão em Saskatchewan, no Canadá. Foi lá, num velho celeiro, que Cyber se tornou o que é hoje. Eles adentram o local e a paranóia de Cyber aumenta. Estaria Romulus ali?

Então, Cyber se irrita. Daken não lhe dá informações e se mostra mais inútil para ele. Ele o acerta com um soco e o moleque começa a falar. Ele diz que Cyber sempre foi uma decepção para Romulus. O vilão quer saber mais.



Daken conta o que lembra. Mostra que aqueles que o operaram foram mortos logo depois e destaca o porquê de Cyber também ter garras. Daken diz que elas são como uma marca para Romulus. Ele pergunta mais uma vez onde está Romulus e Daken responde que está na sua frente. Então, ele se irrita pela brincadeira ou ousadia do rapaz por achar que ele tomaria o lugar do grande vilão e o ataca.

Contudo, Cyber está exaurido. Cai no chão com a mão no coração. Daken mostra pra eles os remédios e pergunta se é daquilo que ele está atrás. Com um sorriso sarcástico no rosto, o jovem revela como manipulou Cyber usando sua lábia e conta o plano armado entre ele e seu pai para pegá-lo.



Daken fecha os punhos e diz que não lembra de tudo, mas sabe o suficiente. Sabe do que ele é capaz e sabe que pode dominar o mundo. E essa é sua nova direção, que não pretende dividir com mais ninguém. Assim, deixa o moribundo cyber para trás com o comunicador dos X-men ativo em cima dele.

Wolverine chega muito tempo depois. Ele já imagina o que aconteceu. Só resta para ele ir a um bar e tomar um bom wisky. Contudo, enquanto reflete como voltará a encontrar seu garoto, surge um novo jogador na parada - Nick Fury.



E depois deste arco desenhado por Yanick Paquette, a saga de Wolverine sobre a verdade de seu passado continua sob a tutela do fabuloso Daniel Way.

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Re: Wolverine - Nº 62 (Janeiro/2010)

Mensagem  leonardobento em Sex Fev 12 2010, 11:47

Marvel 616 escreveu:

O Velho Logan: Sonho destroçado



A jornada do cego Clint Barton, outrora o Gavião Arqueiro, e o velho Logan, que deixou seu passado como Wolverine para trás, em um provável futuro imaginado por Mark Millar, aproxima-se do fim. E este fim pode não ser algo muito agradável àqueles que, de alguma maneira, torciam pelo sucesso dessa estranha dupla, na sexta parte do arco. Isso começa a ficar claro quando os dois são perseguidos por um dinossauro, oriundo da Terra Selvagem, infectado pelo simbionte Venom, como vimos na anteriormente em Wolverine. Agora, na edição 62, as coisas só pioram.

Porém, não é o bizarro monstro que muda a vida dos dois para pior. Quando estavam prestes a ser devorados, acabam salvos por poucos remanescentes dos derrotados na grande batalha entre os heróis e vilões de anos atrás. Com uma ordem vinda dos subterrâneos, um idoso calado surge no meio do deserto em meio à perseguição que se estabeleceu, quase sendo atropelado pelo AranhaMóvel guiado por Logan. Sussurrando a palavra “pare”, derruba o animal e dispersa o simbionte alienígena. É o inumano Raio Negro que salva a vida da dupla. Clint, claro, não consegue entender de imediato o que aconteceu.



O resgate com um teleporte repentino começa a explicar as coisas. No que parece uma bela instalação, Emma Frost, a Rainha Branca, surge para recepcioná-los, cercada por serviçais vestidos como um culto religioso. Ela é a líder ali, e responde à altura as acusações de Clint, revelando como ele obteve o Aranhamóvel, que estava sendo reparado naquele momento.

Nada disso chama a atenção de Logan, que se espanta com o fato de sua anfitriã não ter envelhecido um dia sequer. Ela mesma deixa claro que eles estão vendo o que ela quer que vejam, fazendo-nos ter certeza que, na realidade, Emma está tão envelhecida quanto os outros. Explica que aquele é o último refúgio do planeta, e que os mutantes em todo o mundo não passam de vinte, frustrada com a mentira que a idéia de serem o próximo passo na evolução representa agora.

Clint não sossega, e continua acusando-a de traição, ao que ela responde (revelando que casou com alguém ligado aos vilões) dizendo que tudo que fez foi para preservar a espécie. Dizendo que ele ainda acredita ser super herói, o alfineta ao afirmar que sabe o que os dois carregam através do país, finalmente deixando o velho cego calado. Ou quase.



Quando os dois se preparam para sair, Emma pergunta a Logan se a reclusão auto-imposta lhe rendeu alguma satisfação. Amargo, ele pede que ela mesma procure isso em sua mente, percebendo que o velho mutante encontrou sim alguma felicidade na vida familiar isolada que escolheu.

De volta à superfície, observados por um Dr. Destino ainda mais sombrio do que no passado, eles seguem viagem. Mas Logan não deixou de escutar o que Emma falou, e quer saber se estão transportando drogas, ao que Clint responde agressivamente para que ele não se intrometa. Em seguida, aproximam-se de Nova Babilônia, não sem antes passar por algo impressionante. A “Queda de Pym”, o local onde jaz o esqueleto super crescido do falecido Hank Pym, em mais uma bela imagem criada por Steve McNiven.



Chegando à capital, uma surpresa. Uma mistura de Las Vegas com Manhattan, com tudo que elas podem ter de pior, e com palavras de ordem presidenciais espalhadas por todo lugar*, é o que pode descrever o local. Além de uma estátua gigante do presidente, o Caveira Vermelha, segurando em suas mãos os destroçados heróis, derrotados no passado. Enfim, Clint resolve falar e revelar o que os dois atravessaram o país para transportar. Não são drogas.



Eles logo encontram o contato de Clint. Tobias, um homem rechonchudo que lembra a fisionomia de um certo ditador alemão, muito poderoso até a metade do século XX. Finalmente, o carregamento é revelado. Noventa e nove ampolas com o soro do supersoldado. Segundo Barton, Tobias é representante de uma resistência que pretende retomar o poder dos vilões, mais acomodados depois de anos. É hora dos Vingadores ressurgirem.

Animado, Clint quer participação. Quer um dos frascos para ele, revelando que não perdeu seu espírito de super herói e que quer vingança. Tobias faz um sinal.



De uma hora para outra, tudo vai por água abaixo. Repentinamente um dos homens de Tobias fuzila Logan. O próprio dá um tiro em Clint, revelando que todos ali são agentes da SHIELD. Agência que agora serve ao atual presidente. Tudo não passou de uma armadilha, cujos planos até agora foram totalmente bem sucedidos.



Resignado, Clint ignora o discurso legalista ou superior que o sósia gorducho de Hitler faz, exigindo que ele fizesse logo o que estava ali para fazer, demonstrando que sua bravura não desapareceu com a idade ou a cegueira. E é assim que o disparo da arma de Tobias atravessa sua cabeça.



É assim que Clint Barton finalmente morre.


João

* Detectei um pequeno erro na tradução nessa edição. Na cena em que vários cartazes expõem palavras de ordem do governo, a frase “amor com ódio” é repetida no cartaz com um olho vermelho, quando, na verdade, o original poderia ser traduzido como “sempre lhe observando”, algo típico de um governo autoritário como aquele.


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Re: Wolverine - Nº 62 (Janeiro/2010)

Mensagem  leonardobento em Seg Mar 01 2010, 16:44

Marvel 616 escreveu:
X-Factor: filho de peixe...

Hoje em dia os spoilers ganharam muita força, sendo utilizados de maneira até excessiva por todos os tipos de entretenimento, como filmes, séries e, claro, as HQs. No entanto, Peter David pensa de maneira diferente, guardando a sete chaves o que anda preparando para o X-Factor, já que ele afirma que todos merecem ficar surpresos com as histórias. Assim o roteirista pede para que a história publicada em Wolverine nº62 não seja narrada na Internet, já que o acontecimento nela é surpreendente. Respeitando isso, só leia o restante desse post se já tiver lido a história, pois você merece ficar chocado tanto quanto eu fiquei.



Na última história a equipe conseguiu salvar Darwin, Syrin entrou em trabalho de parto, Val foi baleada e Rictor foi preso. Bem, de tudo isso o que nos interessa mesmo é esse nascimento tão esperado, então Peter David sabiamente explicou no recap que Rictor usava uma arma de tinta, portanto Val mandou soltá-lo.

A história começa com o triste fechamendo da história de Darwin, que perdoa a traição de seu pai, mas fará o possível para esquecê-lo. Logo em seguida, vamos para Jamie Madrox e Theresa Cassidy, que estão juntos nesse momento marcante, tanto que ele segura a mão dela, mesmo correndo o risco de quebrar os dedos.



O restante da equipe aguarda na sala de espera e são testemunhas de um momento bizarro, já que as dores de parto fazem Theresa gritar e todo mundo sabe o que acontece quando a mutante faz isso.



O médico diz que fará uma cesariana, já que isso mataria dois coelhos com uma cajadada, pois resolveria o problema dos gritos e do comportamento anormal do bebê. Pouco antes de irem para a sala de cirurgia, Theresa pede Jamie em casamento, que sem hesitar aceita o pedido.

Ele até se surpreende, já que sempre teve grande incapacidade de tomar decisões, mas a falta de hesitação lhe diz que a decisão era certa. O bebê nasce e, por estar com a pele um pouco arroxeada, é colocado rapidamente no oxigênio. O momento de alegria dá lugar para a paranóia e Jamie acompanha o filho.



Pouco depois, o mutante visita Val Cooper, demonstrando preocupação com o que a UNI poderia fazer com seu filho recém-nascido. No entanto, a mulher apenas diz que sua intenção sempre foi um ambiente seguro para o bebê e seus pais e que só causou confusão com Syrin porque Jamie não foi honesto com sua companheira.

Algo interessante aqui é que Jamie dispensa qualquer relação com a UNI, mas Val responde que ele quer trabalhar para ela, pois fica feliz com alguém tomando decisões em seu lugar. A conversa termina com Val Cooper dizendo que cedo ou tarde ele será um deles.



A equipe se reúne em volta da nova mãe e seu bebê, em um clima de muita felicidade e emoção, principalmente por Syrin aceitar a morte de seu pai e escolher o nome dele, Sean, para batizar seu filho. Theresa então entrega o pequeno Sean para Jamie, ocorrendo um momento de ligação entre pai e filho, mas infelizmente essa ligação torna-se muito mais profunda e surpreendente.



Pois é, o pequeno Sean foi absorvido pelo corpo de Madrox, causando desespero em Theresa, que tenta arrancar seu filho com socos e arranhões. Infelizmente, isso não foi possível e o menino se perde para sempre.



A explicação é muito simples, pois ainda na época da Guerra Civil, Madrox desafiou a Lei de Registro e tomou um porre daqueles, criando uma cópia totalmente "Don Juan", que seduziu Monet e Theresa, engravidando a segunda. Pois é, toda a história da gravidez nos fez esquecer que o pai era uma cópia, portanto seu filho também não passava disso, uma mera cópia que foi absorvida.

Claro que essa explicação é lógica, mas quem disse que uma mãe que acabou de perder seu filho entenderia isso numa boa?



Dedos quebrados, com a promessa de quebrar o pescoço da próxima vez, encerrando com maestria essa ótima e triste história.

Peter David plantou a semente há muito tempo, nos deixou esquecer dela e a usou no momento ideal para nos surpreender. Fiquei sem palavras com a cena final dessa história e agradeci muito por não saber de spoilers.

Que o autor continue com sua política de nos reservar surpresas tão bem feitas.

Eddie

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Re: Wolverine - Nº 62 (Janeiro/2010)

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