X-Men Extra Nº98 (Fevereiro/2010)

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Avaliação - X-Men Extra Mº98 (Fevereiro/2010)

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X-Men Extra Nº98 (Fevereiro/2010)

Mensagem  leonardobento em Ter Fev 09 2010, 11:49

X-Men Extra Nº98

Sinopse: Os Surpreendentes X-Men descobrem o terrível envolvimento de Forge na questão das caixas fantasmas e confrontam seu velho amigo. Para resgatar o vírus Legado, a X-Force enfrenta um exército de clones dos seus piores inimigos, e Apache encara um demônio do passado. No futuro, para salvar a messias mutante, Cable retoma seus dias de soldado! Trafegando livremente pelas diversas realidades, a Madame Hidra se prepara para o confronto definitivo com os Novos Exilados.
(Astonishing X-Men 30, Cable 10, X-Force 11, New Exiles 12)
Revista mensal, formato americano, 100 páginas, papel Pisa-brite, R$ 7,95, distribuição nacional



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Re: X-Men Extra Nº98 (Fevereiro/2010)

Mensagem  leonardobento em Seg Fev 22 2010, 11:27

Geoff M. Bendis escreveu:Warren Ellis termina seu primeiro arco em Surpreendentes X-Men e, pelo menos pra mim, foi um pouco decepcionante. O início foi muito bom, com uma trama ágil, moderna e com cara de aventura nova. Depois, não sei o que houve e a maionese azedou legal. Talvez seja o longo interlúdio para a publicação de "Ghost Boxes". Talvez tenha sido a terrível e insuportável arte do Simone Bianchi. Talvez o Ellis realmente não tenha acertado a mão com os mutantes (como fez com Thunderbolts). O fato é que achei este arco apenas razoável, muito aquém do que o Whedon havia entregue anteriormente. Que venha o próximo arco, só lá pelo final do ano, é verdade.

Para mim, foi decaindo também o nível, mas gostei da ideia de utilizar o Forge, que já não batia muito bem da cabeça, como o anti-herói. A arte do Bianchi realmente não se encaixou. Nossa sorte é que, no próximo volume, os desenhos serão excelentes, com
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no título.



Nunca achei que escreveria isso, mas Cable tem, de longe, a melhor história da revista. Em que pese a arte estática do Ariel Olivetti (já estou me acostumando com ela), a narrativa ágil do Duane Swierczynski é vibrante e empolgante. A construção e condução da história em dois momentos cronológicos aos poucos vai aproximando os acontecimentos e conduzindo a um final eletrizante... espero. Muito bom.


Não gostei muito do roteiro não. Continua a mesma coisa, vai melhorar agora que nos aproximamos do cross com a X-Force. Não acho que o Swierczynski tenha nada de ágil.



Chris Claremont continua se enrolando mais e mais nas histórias dos Novos Exilados. A tentativa de fazer suspense com a vida pregressa dos personagens (no caso, a Kate) resulta em um amontoado de clichês e uma história arrastada e sonífera. Decididamente o ponto baixo da revista. Uma vez mais. Mês que vem, parece que não tem, o que é triste porque significa que vai demorar um pouco mais pra acabar. Evil or Very Mad


Vai demorar mais pra acabar... tenho a solução: parem de publicar!



E X-Force apresentou sua história mais fraca desde a estreia do título. Uma pena. A parada na trama pra contar a história do tal do Eli Bard foi um verdadeiro pé no saco - perdoem meu francês. Acho que haveria formas bem mais sutis, criativas e interessantes de contar esta história. Mas, enfim, assim foi. Achei fraca. Espero que, pelo menos, renda bons frutos no futuro.

A história foi mais fraca do que o normal, mas ainda é melhor que Cable. Prepare-se agora para o ritmo alucinante que vem no prelúdio do cross.

E vai render, com certeza. Selene e Eli Bard são a espinha dorsal das tramas do grupo no futuro.

DETALHE: Sem as viúvas do Claremont para defendê-lo, esse mês não tivemos seção de cartas.

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Re: X-Men Extra Nº98 (Fevereiro/2010)

Mensagem  Ultimate_Avenger em Dom Fev 28 2010, 11:57

Minha avaliação:

Surpreendentes X-Men: confeso que gostei do arco Embarassed . É verdade que nem chega aos pés da passagem Whedon/Cassaday, e nem atinge as expectativas de um título sob a batuta de Warren Ellis. Mas achei uma leitura boa e descompromissada, apesar da narrativa extremamente confusa em muitos pontos. Não é nada que vá entrar para a história, nos entregue mudanças significativas para o status quo mutante e nem seja um exemplo inovador nos quadrinhos. Sobre esta edição individual, acho que o nível decaiu um pouco em relação à última, e apesar de esperar um pouco mais no conflito com Forge, foi satisfatório. Achei particularmente interessante esta caracterização do personagem, que não trai sua história passagem e é fiel aos seus princípios de engenheiro e sua instabilidade. De pontos positivos, aponto os diálogos e a apresentação dos X-Men em geral. Na arte, sou um dos poucos que apreciam o trabalho de Simone Bianchi, hehehe, especialmente na diagramação inovadora e na construção dos cenários. Porém suas expressões faciais e composições anatômicas deixam muito a desejar, especialmente no que tange às mulheres. Fica melhor como capista mesmo.

Cable: achei excelente. Apesar do ritmo bem lento, parecendo que nada acontece, a edição foi bem legal. Gostei muito na elaboração do relacionamento familiar entre Cable, Esperança e a messias mutante, sempre bem caracterizados nos seus papéis de soldado protetor, mãe/esposa apaixonada e garotinha simpática. A divisao em duais linhas temporais conferiu mais dinamismo à série, e as passagens com Bishop no presente foram muito boas, IMHO. No mais, temos uma bela página com a morte de Esperança. Os meus elogios de sempre à arte de Olivetti (que sei que são só meus hehehe), e é bom ver que esta história prepara terreno para grandes eventos...

Exilados: desta vez demorei 3 min 17s. Acho que me perdi nos díálogos. Sei lá, alguma coisa acontece, mas ao mesmo tempo me pareceu que nada de mais se passou na história. Pelo menos mês que vem não tem essa bomba. A arte é legal, mas meio old shcool demais pra mim.

X-Force: também gostei muito. Achei muito interessante o recurso empregado de utilizar-se o Apache como narrador da trágica vida de Eli Bard. A leitura, para mim, foi bem envolvente, e os personagens apresentados foram muito bem caracterizados, inclusive os coadjuvantes como a traiçoeira esposa de Eliphas e seu amante Mascius. O ambiente romano foi muito bem construído, com uma boa imersão. A aparição de Selene foi magistral, especialmente em seu quase triunfo. No mais, foi uma boa adição à história do já interessante ex-membro dos Purificadores (gosto muito de vilões imortais hehe). Achei a arte de Alina Uyusov bem legal, mas temo que só se adeque para flashbacks, pelo excesso de tons pastéis. A arte de Clayton Crain está boa como sempre, mesmo em poucos quadros. Acho que a Mythos usou algum tipo de filtro ou layers para minimizar a distorção escura que ocorre na impressão em Pisa Brite, porque está bem as ilustrações estão mais claras. Ou vai ver que é viagem minha porquê foram poucos quadros mesmo.

Meu voto vai para Muito Boa.

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Re: X-Men Extra Nº98 (Fevereiro/2010)

Mensagem  leonardobento em Qui Mar 04 2010, 08:38

Marvel 616 escreveu:

X-Force e o Mistério de Eli Bard

Enquanto a equipe principal da X-Force tentava impedir que uma amostra japonesa e letal do vírus Legado fosse levada por forças inimigas, James Proudstar, o Apache, teve uma experiência sobrenatural ao confrontar o urso demônio. No final do combate, foi revelado que tudo não passou de uma ação de Eli Bard, que enfeitiçou seus deuses ancestrais e profanou os túmulos de sua tribo. Fora o fato de que Bard foi o tal homem que se associou a Risman logo na primeira missão da equipe. Uma única pergunta restou portanto – Quem diabos é Eli Bard? A resposta está nesta edição 98 de X-men Extra.



Então, James Proudstar começa a contar sua história, oriunda de um contato sobrenatural com os espíritos ancestrais assim que ficaram livres da adaga mística que os contaminou. E tudo começa em Roma, quando Eli era chamado ainda de Eliphas e nada mais era que poeta que ascendeu a um lugar no senado.

Contudo, a posição de Bard não foi conquistada por mérito. Sendo esposo de Aurélia, uma das mulheres mais influentes de Roma, ele nada mais era do que uma marionete para executar os planos da mulher. A pedidos dela, Eliphas acabava apoiando Mascius, que não passava de um outro amante de Aurélia. Ou seja, nada mais que um testa de ferro.



Contudo, ele não era um homem mau. Dados momentos, acabava por agir pelo coração e entregar um pouco de sua comida para uma pobre garotinha chamada Claudia. Conhecia bem os problemas de Roma, mas era incapaz de ter coragem para decidir tomar a frente. Era por fim, um homem patético.

Mas um dia o destino foi até ele. E ele tinha a forma de uma bela mulher chamada Selene, a imortal que já bem conhecemos como ex-rainha negra do Clube do Inferno. A reação de toda X-force durante neste momento da história do Apache foi a mesma – preocupação.



Selene simplesmente encanta Elifas. Tenta resgatar nele o velho homem que amava profundamente sem ter medo de ter o coração partido e era um grande guerreiro antes de ser acomodado pela política e ter se decepcionado com corrompida Roma. Elifas é o homem que Selene precisa, antes mesmo dele nascer ou de Romar sequer existir.

Elifas parece confuso, mas não consegue resistir ao encanto da bruxa. Ela promete a ele os mesmos dons que ela tem – Imortalidade, o dom de controlar as feras noturnas e dominar os próprios elementos. E ele terá todo o amor dela, até a eternidade. Em troca, Selene quer todas as almas de Roma.

A confusão na cabeça de Bard só piora quando ele retorna do seu passeio com Selene e topa com a mais nova do Senado – Mascius tomou seu lugar lá. Tudo, claro, manipulação de Aurélia que simplesmente não viu mais utilidade em seus serviços e agora o dispensou. Assim, Elifas se tornou a mais perigosa das pessoas de Roma, pois era um homem que não tinha nada a perder.

Assim, Elifas aceitou a proposta da Rainha Negra. Foi presenteado com uma adaga e aprendeu as runas a serem usadas. Contudo, antes de executar a tarefa, foi tomado por uma súbita comoção a ver a pequena Cláudia nas ruas da cidade. Parou a garota e pediu para ela avisar seus pais para fugirem de Roma o quanto antes. E aquele foi seu erro.

Quando se infiltrava no Coliseu e executava o ritual, Elifas foi interrompido pela guarda local. Ele foi entregue e assim acabou se tornando alvo dos jogos daquele mesmo dia. E ele seria mais uma vítima dos gladiadores se não fosse pela chegada de sua amada Selene.



A bruxa imortal foi atacada duas vezes pelos soldados, mas mostrou-se muito mais resistente do que eles previram. Os dois acabaram sendo levados para fora da Arena para serem incinerados, mas nem isso mesmo poderia derrotar a eterna.

Contudo, mesmo salvos, Selene não toleraria gratuitamente a falha de Elifas. Tomou sua forma mais vampiresca e roubou a mortalidade de Bard. Também lhe negou sua presença. Sobrou para Elifas uma vida de eterno tormento.



Somente setecentos anos depois, Elifas se ergue da sua tumba. Faz sua primeira vítima como vampiro e continua a matar por mais de 400 anos, sempre a procura de sua amada Selene. Saiu do velho mundo e conquistou as Américas. Lá, confrontou os ancestrais de Proudstar que logo viram sua ameaça e seguiu Selene até Nova Roma. Contudo, não entrou em contato direto com ela, pois precisava oferta-lhe em troca algo que aplacasse o ódio milenar da bruxa.



A primeira oferta foi o sacrifício de milhares de Purificadores. E mais adiante, Bard pretendia usar a adaga maldita para sacrificar os espíritos desses para que assim torna-se Selene uma deusa de verdade. Só que falhou.

Mas a grande questão é o que isso tem haver com o vírus tecnorganico e a tribo apache. Proudstar responde que tudo e um epílogo final nos leva até Nova Orleans, atual residência da bruxa eterna.



Lá, Bard, acompanhado de vários apaches ressuscitados pelo tecnovírus e do próprio Pássaro Trovejante, faz sua oferta a sua amada. Ele aponta para Caliban e diz que aquele mutante ressuscitado será capaz de localizar muitos outros como ele. E Bard será capaz de ressuscitar a todos do mesmo jeito que fez com a tribo de Proudstar. E é isso que ele oferece, as almas e poderes de tais mutantes.

Selene apenas sorri com a oferta.



Assim, conclui-se essa pequena história de interlúdio, com desenhos do já clássico Clayton Crain e da artista convidada Alina Urusov. Os roteiros são dos fabulosos e surpreendentes Craig Kyle e Christopher Yost.

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Re: X-Men Extra Nº98 (Fevereiro/2010)

Mensagem  Joao Roberto da Costa em Qui Mar 04 2010, 17:58

Surpreendentes X-men: Gostei muito do arco, Ellis conseguiu devagar encaixar bem a sequencia das histórias, que no fim acabou mais tendo um tom de mini série do que de uma série periodica, algumas coisas chamam a atenção no roteiro de Ellis,por exemplo, quando o fera fala que um cara que parece um camaleão achava que ficar parado por uma semana é o maximo da estratégia militar, ou ainda quando Forge diz para Emma que não há estava reconhecendo de pernas fechadas, o tom que a narrativa ganha é bem legal, uma pena é a arte de Bianchi não ter se encaixado com a proposta da revista, a solução dada para a questão da caixa fantasma e a loucura de Forge ganham sua beleza na trama, penso que a forma que tudo terminou, terminou bem, sempre a duvida de que se o Forge morreu ou não, afinal nem tudo que parece morto nos quadrinhos realmente está.
Cable: A melhor história da revista, em tudo ela é boa, Swierczynski tem o titulo na mão, e embora eu não seja o maior fã do Olivetti ele soube retratar bem a história, quero aqui destacar o olhar da messias quando Cable perfura a batara, bem como a morte de Esperança, a reação da Messias e a forma que ficou ratratada aa cena ficou muito bom, agora sabemos de onde vem o nome da messias que agora passa a se chamar Esperança.
Novos Exilados: Bom é a história menos ruim dos ultimos meses, mas continua sem graça, podemos descobrir que o Dentes de Sabre é capaz de prender a respiração por um tempo absurdo.
X-Force: A dupla Kyle e Yost mandam muito bem, a forma com que contaram a origem de Elifas ficou muito bom, a história ficou bem amarrada a trama e começou a lançar sementes para sagas futuras dos filhos do atomo, o que posso dizer que senti falta foi a arte de Mike Choi, prefiro ele ao Clayton Crain, mas Alina Urusov ficou legal para retratar a narrativa apresenta pelo apache.
A boa noticia é que na proxima edição parece que não teremos novos exilados, isso quer dizer que a qualidade da revista sobe bastante, A edição 98 compensa a leitura e releitura, fora Novos Exilados o restando é muito bom , aliás foi este o meu voto.
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Re: X-Men Extra Nº98 (Fevereiro/2010)

Mensagem  leonardobento em Seg Mar 08 2010, 13:52

Marvel 616 escreveu:

Surpreendentes X-Men: Erro Crítico

O responsável pelos problemas recentes dos Surpreendentes X-Men foi revelado, sendo ninguém menos de que Forge, um aliado recorrente da equipe, mas que ocasionalmente sucumbe a insanidade e comete vários erros. Um momento, você nunca ouviu falar da loucura do índio? Não se preocupe, esse é apenas um dos absurdos que ocorre na conclusão dessa temporada, em X-Men Extra nº98.



Scott Summers diz que as caixas fantasmas, os pseudomutantes e a guerra secreta contra soldados extradimensionais os levou até ali. Por um instante, Forge pensa se os heróis foram ajudá-los, mas Ororo diz que foram até ali parar com a contagem de corpos, não ajudar na luta do inventor. Ele tenta buscar apoio em Henry McCoy, mas este fala que as criações dele não era mutantes, apenas vítimas que se tornaram aberrações.

Forge retruca, dizendo que enquanto todos dormiam, ele descobriu uma grande ameaça e resolveu o problema. Emma Frost lembra do mutante morto na 1ª edição, mas recebe rapidamente uma tirada de Forge, que insinua promiscuidade na loira. Muita gente achou o máximo essa tiradinha, mas achei tão ruim quanto Psylocke voltando dos mortos e alfinetando Emma. Parece que para valorizar personagem mutante hoje em dia basta colocá-lo em atrito com Frost, mas ninguém considera o histórico dos personagens, como não terem nenhuma rivalidade antes ou mesmo nunca terem se encontrado. O relacionamento de Emma Frost e Kitty Pryde escrito por Joss Whedon foi muito bom, mas tinha background.

De qualquer forma, passado o momento "estiloso", Forge resolve mostrar seus resultados.



Alguém na equipe criativa tem fixação com bocas, mas deixemos isso de lado. Ciclope e Wolverine percebem os efeitos de um inibidor de gene x, mas nem dá tempo de procurar, pois em seguida Forge mostra a caixa fantasma que encontrou, revelando seu plano de salvar o mundo, invadindo o mundo paralelo com seus mutantes e, já que eles chegaram, também com os X-Men.

No entanto, a conversa é interrompida pelo toque do celular de Hisako, que entrega o telefone para o inventor, já que a ligação é para ele. Do outro lado da linha está Abigail Brand, que diz ter um laser quântico de dois zetawatts apontado para a localização do insano inventor. Ele tenta mais uma vez convencer que a invasão é real e iminente, mas os X-Men não lhe dão ouvidos e Wolverine corta sua perna biônica, desativando o inibidor escondido ali.



Forge resolve obrigar todos a salvar o mundo, abrindo a caixa e ordenando que seus mutantes joguem os X-Men no portal. Nesse momento, tudo acontece muito rápido. Fera pega o celular, diz para sua namorada disparar na localização do aparelho, arremessando-o na caixa fantasma e sugerindo uma partida imediata para todos.

Ororo ainda tenta salvar Forge, mas ele diz preferir a morte a inutilidade, ficando para trás. Os X-Men conseguem fugir e o laser é disparado, destruindo a base completamente, mas também passando pela caixa fantasma e destruindo o mundo paralelo que Forge tanto temia.



Ou seja, Hank não acreditava em Forge, mas por via das dúvidas achou válido atingir um mundo com dez mil vezes o total da energia que o Sol transmite para a Terra. E assim termina a história, com a nave da equipe indo para o horizonte, com os rostos dos personagens nas nuvens.



Última cena clássica, contrastando totalmente com a insanidade que foi a história. Normalmente eu acharia esse tipo de ironia interessante, mas infelizmente a insanidade da história não foi do tipo boa.

Warren Ellis errou a mão nessa história, e errou feio. Criou um Forge que sempre foi louco, um bando de X-Men sacanas e cheios de piadas ácidas, em uma história de total sci-fi. Ok, muitos vão dizer que não foi uma história típica dos X-Men, mas os personagens estariam dentro do estilo do autor.

Bem, mesmo se ignorarmos isso, a história continua sendo ruim, contendo furos como, por exemplo, os heróis criticando a postura enlouquecida do inventor e sua "trilha de corpos", mas terminando a história destruindo o mundo que não queriam enfrentar.

Claro que concordo que alguns conceitos, como a Caixa Fantasma, são muito interessantes, mas se conceito salvasse alguma história eu estaria assistindo Heroes até hoje. E, para completar, nem a arte se salvou, como podemos ver na comparação abaixo:



Que saudades de Joss Whedon e John Cassaday.


Eddie


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Re: X-Men Extra Nº98 (Fevereiro/2010)

Mensagem  leonardobento em Seg Mar 08 2010, 14:01

Marvel 616 escreveu:

Cable: Esperança no fim do mundo



Na edição 97 de X-Men Extra vimos como Cable e Esperança começaram o romance que deu à pequena messias mutante algo parecido com uma mãe. E que ali em Nova Liberdade, no futuro, essa mulher tão importante na sua vida nesse momento está prestes a ser devorada por seres que já foram humanos, mas agora estão mais próximos de baratas. Na mesma edição, no presente, depois de revelar a Ciclope que está destruindo um futuro que não deveria existir continente a continente para finalmente atingir seu objetivo maior, Bishop trapaceia os antigos aliados para obter a sétima e última arma de que precisa para assassinar a única mutante nascida após o dia-M.

No futuro, Cable e a menina começam a traçar uma relação para além de pai e filha. Uma relação entre soldados. Depois de salvar Esperança e ganhar a confiança das duas, ele tenta salvar Nova Liberdade atraindo os invasores e selando o acesso ao local. Elas se recusam a deixá-lo ir sozinho, e as consequências podem ser desastrosas.

A conclusão do arco Esperando o Fim do Mundo – de Duane Swierczynski e Ariel Olivetti – que vemos em X-Men Extra 98 começa com Bishop surpreso pelo recurso de Emma Frost que, transformando o próprio corpo em diamante, sai ilesa de seu ataque paralisante de nanitas.

Seis meses depois de saírem de Nova Liberdade, Cable, Esperança e a pequenina vivem em alerta constante. Um ritmo de vida bem mais intenso e agressivo ao que se acostumaram nos últimos anos. Com o “presidente dos EUA” furioso com Nathan, ele acabou se tornando a obsessão de todas as baratas, e vêm lutando desde então, com muitos dos insetos morrendo nas suas mãos.

Sempre procurando cobrir seus rastros dando saltos no tempo e longe do isolamento dos últimos anos, Cable logo percebe como a sociedade como conhecia entrou em colapso. Voltando ao seu velho visual, apesar de tudo, Nathan se sente bem, pois está com sua família.



Séculos antes, Bishop não se rende a Emma, e quase a derrota. Mas a confusão em sua mente infligida pela telepata abre espaço para o Fera revidar o ataque. A X-Force chega logo, e centésimos de segundo antes de Lucas conseguir re-anexar o braço cibernético e se teleportar para o mesmo local um ano antes (quando os X-Men ainda não viviam ali), Wolverine o atinge gravemente, e ele cai no chão desacordado.



O momento família de Cable, como era de se esperar, é logo interrompido. Uma das baratas (o presidente) rende Esperança, forçando-o a colocar um colar que permite ao inseto controlar seus movimentos. Sua ordem é simples: matar Esperança e a pequenina com as mãos, e Nathan não consegue resistir. Mas algo com que ninguém ali contava era com a ação da messias, que pega a faca de seu “pai” jogada no chão e, demonstrando astúcia e percepção em como eles vinham matando baratas há meses, atinge o inimigo no local exato.

Cable demonstra orgulho, e decide usar seu prisioneiro para se informar sobre as mudanças sofridas no mundo. É assim que ele descobre que a América do Norte é o único continente que ainda é habitável, e como um caos generalizado adveio da destruição de todos os outros continentes. As ações de Bishop são logo conhecidas por Nathan, e não demora para que ele saiba muito bem quem fez isso. Pior, esse futuro é diferente daquele que conheceu das histórias contadas a ele quando era um menino.



saída parece recorrer a algum registro deixado por Ciclope. Cable precisa de informação, e leva sua família, sua fonte de força, consigo.

Com a história toda contada em off, como se ele conversasse com a pequenina, chega o fatídico dia. Aquele dia em que, abordados por “bandoleiros”, o cansaço e falta de alimentação de Cable lhe custou caro. Ele derrota a ameaça, mas no fogo cruzado Esperança acaba alvejada. Fatalmente alvejada. O 784º dia deles no futuro foi o dia em que a única pessoa parecida com uma mãe que a pequenina teve morreu na sua frente.



es a enterram, e continuam seguindo para Westchester, antigo local da base dos X-Men. Exatamente para onde Bishop queria. E no presente Ciclope permite a Wolverine que, da próxima vez que encontrá-lo, ele assassine Lucas.



A caminho do que parece a pior de todas as armadilhas dos agora 785 dias Cable e a pequena messias mutante param em uma igreja para conseguir um pouco d’água. E, finalmente, ele tem certeza por qual nome ele deverá ser tratada a partir de agora. Esperança Summers, como sua agora falecida mãe de criação se chamava. O futuro da raça mutante.



Em um futuro próximo, muitos anos antes de quando os dois se encontram, Bishop, já recuperado, encontra uma figura misteriosa a quem faz uma proposta no mínimo preocupante. Não é o fim.

João


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Re: X-Men Extra Nº98 (Fevereiro/2010)

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