X-Men Nº 99 (Março/2010)

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X-Men Nº 99 (Março/2010)

Mensagem  leonardobento em Qua Mar 03 2010, 16:19

Sinopse: Ao localizar Vampira na Austrália, Charles Xavier decide finalmente cumprir uma antiga promessa sua: ajudar a mutante a controlar seus poderes, contando com a ajuda de Gambit. Mas nenhum deles desconfia do tipo de perigo que estão prestes a encontrar. E mais: enfrentar um exército de criminosos com tatuagens poderosas pode ser a derradeira missão dos Jovens X-Men!
(X-Men: Legacy 220 a 222, Young X-Men 9)
Revista mensal, formato americano, 100 páginas, papel Pisa-brite, R$ 7,95, distribuição nacional


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Re: X-Men Nº 99 (Março/2010)

Mensagem  leonardobento em Ter Mar 23 2010, 17:58

Marvel 616 escreveu:

Jovens X-men: O criador de placebos


Placebo (...) é como se denomina um fármaco ou procedimento inerte, e que apresenta efeitos terapêuticos devido aos efeitos fisiológicos da crença do paciente de que está a ser tratado (fonte: Wikipédia). Na edição passada, conhecemos o tatuador Leon Nuñez, que concede superpoderes aos indivíduos em quem faz tatuagens. Como descobrimos este mês, Nuñez é um criador de placebos, só que ao contrário: aqui, os efeitos não vêm da crença do “paciente”, mas do próprio tatuador...



A história começa quando o controverso Tatuado e a enigmática Cifra (2.0?? Porque ela definitivamente não é Doug Ramsey...) viajam num Jato X para ajudar os Jovens X-Men encrencados. Eric faz perguntas, mas a garota só o deixa com mais perguntas na cabeça, recusando-se a dizer seu nome e dizendo que conhece Ciclope mas não os demais X-Men. Como Scott Summers não estava por perto, o jeito foi buscar o jovem X-Man encrenqueiro.



No campo de paintball de La Jolla, os Jovens X-Men dão o melhor de si contra os autodenominados Y-Men. E até que derrubam bastante gente e ainda acham tempo pra fazer piadinhas; o problema é que eles estão em quatro, e os oponentes são mais de cem...



Sim, quatro, pois Danielle Moonstar foi baleada, e Pó se retira da batalha para levar sua instrutora a um lugar seguro. Mas as duas acabam encontradas por um dos inimigos.



Em outra parte de La Jolla, Tatuado invade o apartamento de Nuñez e o coloca contra a parede – literalmente. Nuñez confessa que foi o responsável pelas tatuagens dos irmãos Rodriguez e dos Y-Men, e que foi bem pago por isso. Também conta que descobriu seus poderes ao notar que uma tatuagem de rosa feita em uma moça exalava o cheiro da flor, e que Eric foi uma cobaia sua para comprovar seus poderes; segundo Nuñez, não foi difícil fazer um jovem que sempre se achou melhor que os outros acreditar que era realmente mutante.

Furioso, Tatuado obriga o tatuador a ir para sua oficina, acompanhado por uma incrédula Cifra, que acha absurdo que o rapaz queira fazer uma tatuagem enquanto sua instrutora foi atingida. Ele responde que, se os X-Men estão enfrentando cem caras com superpoderes, os dois irem pra lá sem preparo não faria a menor diferença.



Estranhamente, em nenhum momento Nuñez se dirige ou faz qualquer observação em relação à adolescente fantasiada conversando com seu cliente.

No campo de paintball (e de batalha), Mancha Solar, Pedreira, Anole e Graymalkin continuam se defendendo como podem. Pó tenta proteger Moonstar, mas é facilmente derrotada pelo Y-Man adversário. Quando tudo parece perdido, Tatuado aparece para mostrar suas novas tatuagens. Com um caduceu tatuado na mão, ele cura os ferimentos de Danielle. Mas o verdadeiro perigo está na outra tatuagem, a que fez na face.



A tatuagem em questão é nada menos que o símbolo da Fênix (o mesmo que aparece de tempos em tempos no rosto da Rachel Grey-Summers, lembram?), e o efeito é impressionante: um enorme pássaro de fogo se materializa e atinge todos os Y-Men, retirando seus poderes artificiais. Poderes artificiais estes dados por Leon Nuñez, que também é de certa forma responsável por essa “Fênix placebo”.



Mas os poderes de Nuñez têm um limite: cada vez que ele faz uma supertatuagem, ele desgasta seu poder e resistência, e energizar uma gangue inteira e causar um “efeito Fênix” exigiram demais dele: Nuñez vai para o hospital, catatônico. Ciclope, em conversa com Beto e Danielle, mostra-se desconfortável com a ideia de que um adolescente marginal tenha o poder da Fênix, mesmo que de mentirinha. Ele define que Eric ficará com o grupo, para que possa manter o olho nele.

Ainda isolado de seus colegas, Gitter recebe a visita do também solitário Graymalkin, que lhe oferece sua amizade. Ele também revela que, todas as vezes em que parecia falar sozinho, ele na verdade estava falando com a Cifra.



E assim a história termina com Tatuado fazendo a mesma pergunta que os leitores: “Quem diabos é a Cifra?”

Fernando Saker


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Re: X-Men Nº 99 (Março/2010)

Mensagem  leonardobento em Ter Mar 23 2010, 19:24

Para mim, esse é o pior arco de Legacy. Pelo menos, terá algumas consequências importantes para Vampira e Perigo. Os desenhos são até que legais, principalmente quando relembram passagens clássicas, mas o roteiro é cansativo.

Jovens X-Men está acabando. Ainda bem. E vamos ficar sabendo que é a Cifra.

Acredito que a próxima edição tenha 148 páginas, com a conclusão dos arcos das duas séries.

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Re: X-Men Nº 99 (Março/2010)

Mensagem  Joao Roberto da Costa em Qui Mar 25 2010, 18:38

leonardobento escreveu:Para mim, esse é o pior arco de Legacy. Pelo menos, terá algumas consequências importantes para Vampira e Perigo. Os desenhos são até que legais, principalmente quando relembram passagens clássicas, mas o roteiro é cansativo.

Jovens X-Men está acabando. Ainda bem. E vamos ficar sabendo que é a Cifra.

Acredito que a próxima edição tenha 148 páginas, com a conclusão dos arcos das duas séries.

Provavelmente terá mais páginas, pois no sistema de reservas da ligahq a revista está custando R$ 14,90
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Re: X-Men Nº 99 (Março/2010)

Mensagem  leonardobento em Qua Abr 07 2010, 20:29

Marvel 616 escreveu:

X-Men Legado: Perigo à espreita

Depois de toda “baderna” que aconteceu na vida dos mutantes, dia M, messias mutante, segredos do professor Xavier revelados, sua atual perda de memória graças à quase morte nas mãos de Bishop, destruição da mansão X e separação (temporária) dos X-Men, qualquer um ficaria meio perdido. Somando a isso se você tivesse um poder que ao mesmo tempo é uma maldição e te impede de tocar qualquer pessoa e esses poderes ficassem malucos quando você foi contaminado com um vírus que quase te mata, mas ao tocar a bebê messias mutante você fosse salvo e absorvesse a psique da sua mãe adotiva com tendências assassinas... Bom, aí você seria a Vampira e entenderia o porquê de se isolar no deserto Australiano depois de tudo isso.



Tudo começa com a cena de quando a invasão Skrull comprometeu a prisão da ESPADA e “alguém” (até então misterioso) escapou. Mas voltaremos a esse alguém depois. Tudo acontece em torno de dois fatos: Professor Xavier quer encontrar Vampira para se redimir por enganá-la quanto ao fato de ajudá-la a controlar seus poderes e a própria heroína lutando contra seus demônios internos no deserto australiano. O último que a moça encara é ter absorvido a psique de Mística e não conseguir se livrar da presença dela em seus pensamentos. Para tal feito, Charles pede ajuda de Gambit, afinal ele precisa de algo que faça Anna (nome dado à Vampira desde a fase “extremis”) ouvi-lo. Eles vão em direção a cidade fantasma seguindo o palpite de LeBeau que ela estaria lá por causa da época que os X-men moraram lá logo após ela se livrar do controle mental de Carol Danvers.

Ao mesmo tempo uma nave Shiar com um esquadrão e um capitão um tanto confuso parece captar uma tecnologia no planeta chamado Terra. Eles vão atrás do sinal e acabam no mesmo local que Vampira se esconde, “coincidentemente”. Lá, a jovem tentava se livrar de uma presença que ela julga ser sua mãe adotiva se passando por uma antropóloga que queria estudar o local. Mas, ela estava errada e a antropóloga revela ser na verdade, Perigo, o programa holográfico da sala de perigo feito com tecnologia Shiar que procura se vingar de Xavier e que fugira da prisão da ESPADA. Ela pretende usar Vampira como isca, mas agora tem que se livrar da nave shiar.



Quando Remy e Charles chegam ao local nada mais é o mesmo. Aparentemente estão no Vale Soleada onde Anna e Remy moraram, mas Xavier apenas capta a mente de Vampira e mais quatro que não devem ser humanos. Um menino foge de uma ameaça: Nimrod e é salvo por uma Vampira com poderes de Colossus e Noturno. Porém, tão rápido Gambit tenta fazer algo, tão rápido eles desaparecem como um holograma. Xavier desconfia o que seja e se tiver certo, precisam encontrar a verdadeira Vampira logo. Seguem-se então, diversas situações que Vampira presenciou. Perigo parece estar usando ela como uma espécie de “programação”. A verdadeira x-man está ferida e com a mente de sua mãe ainda a perturbando, porém, agora ela insiste que a deixe assumir para salvá-la. Os cenários se revezam desde a ilha Muir, ao massacre dos Morlocks, Genosha ou o próprio instituto Xavier. Mas os Carrascos que ela encontra nos túneis podem ser uma ilusão, mas são tão mortíferos quanto e a heroína precisa lutar para sobreviver.



Na ilusão de Genosha, o mesmo menino que fugia de Nimrod aparece. Outra “Vampira” também, mas Charles sabe que real ali somente os 4 residentes de uma cela: o esquadrão shiar. Depois de fugir dos sentinelas “locais” os forasteiros explicam que estavam atrás da tecnologia shiar quando a encontraram sobre duas pernas. Sua intenção era inibir suas funções para capturá-la sem estragar, porém algo errado aconteceu e eles supõem que apenas desligaram parte das funções cognitivas de Perigo o que levou ela a rodar sua programação básica original. Um dos membros do esquadrão é capaz de localizar a tecnologia e Xavier pede que o levem até ele e ele resolverá como deveria ter feito anos atrás. Enquanto caminham, um novo cenário aparece, o local onde Vampira morava quando criança no Mississipi. Eles observam uma cena e finalmente entendem que é o menino que está presente em todas as simulações: Cody, o menino que Vampira deixou em coma após beijá-lo quando seus poderes se manifestaram. O professor não acredita que tenha a ver com alguma culpa que Anna sinta já que ela conversou com o verdadeiro Cody antes de este morrer, mas sim deve se tratar de alguma conexão feita por Perigo. Segundo ele, tudo aquilo estava sendo feito para levar a moça a uma crise ou constatação, resta saber exatamente o que.



Quanto à Vampira, ela só consegue se salvar dos carrascos porque em um momento drástico a mente de Mística assume podendo assim fazer o que ela não faria, matar todos. A mãe adotiva devolve o corpo ao controle de Vampira até que precise salvá-la novamente e ela repara do alto de uma torre que um dos cenários tem uma mudança diferente, a mansão Xavier. Mas antes que possa investigar o porque, a mutante é levada a um último cenário bem atordoante, onde abandonou Gambit a própria sorte no Alasca após ter descoberto seu envolvimento com os carrascos e outras “cositas mas” já que seus poderes estavam inertes naquele local. E, neste cenário o jovem Cody aparece dizendo que ela finalmente chegou lá, o que leva a acharmos que a teoria de Charles faz sentido.

Falando em Charles, eles chegam ao que o membro do esquadrão shiar diz ser o centro das projeções, onde estaria a tecnologia. Aparentemente uma mansão X que se transforma a cada segundo e mostra uma cena de alunos diferente. Xavier, contudo, sabe onde procurar já que alguns animais voltam ao local onde nasceram para procriar ou para morrer só existe um lugar a se procurar e é onde ele a encontra: a sala de perigo.



O que Perigo queria ao criar Cody, o que ele pretende falar com Vampira e o destino de todos só saberemos na próxima edição. De qualquer forma essas histórias (que compreendem as edições americanas 220 a 222) trazidas pra nós em X-Men 99 além de mostrarem por onde andava a mutante querida por muitos, dá uma pincelada saudosa em diversos eventos da vida da x-man. Eu, particularmente como fã da Vampira, me lembrei do que achei em cada história rememorada aqui gostei muito de apreciar isso na história. E vocês?

Cammy


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Re: X-Men Nº 99 (Março/2010)

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