X-Men - Nº 101(Maio/2010)

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Avaliação - X-Men Nº 101

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X-Men - Nº 101(Maio/2010)

Mensagem  leonardobento em Dom Maio 09 2010, 16:14

Sinopse: A Irmandade de Madelyne Pryor ataca os X-Men em sua própria base em São Francisco, pegando os Filhos do Átomo de surpresa! E, ao mesmo tempo, Psylocke precisa enfrentar o seu maior medo antes de voltar para o nosso mundo.
(Uncanny X-Men 508-509; X-Men: Sword of the Braddocks 1)
Revista mensal, formato americano, 76 páginas, papel Pisa-brite, R$ 6,50, distribuição nacional.



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Re: X-Men - Nº 101(Maio/2010)

Mensagem  leonardobento em Sex Maio 14 2010, 11:24

A revista parece que ficou bem menor. Acabo de lê-la muito rapidamente.

O começo do arco em Uncanny é razoável/bom. Os desenhos do Land estão como sempre - pornfaces e tal, mas com uma ótima e viva colorização. Trazer a Psylocke de volta é uma ideia interessante, o problema é que a execução não foi à altura. Piorará depois.

História desnecessária da Psylocke - só podia ser do Claremont. Se a história mostrasse ao menos algo como ela voltando ao Universo Marvel 616 até que se justificaria. Mas ela é totalmente inútil.

Voto em Legal.

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Re: X-Men - Nº 101(Maio/2010)

Mensagem  leonardobento em Ter Jun 01 2010, 09:38

Marvel 616 escreveu:

Novos Exilados: Nunca mais*



Mestre Assassino. Para os leitores antigos da Marvel, este nome remete a um falecido inimigo do Capitão Britânia; para os leitores mais recentes, a um inimigo vivo - e perigoso - dos Novos Exilados. Para a X-Man e Nova Exilada Psylocke, este nome remete a uma sensação: medo. Mas depois dos sofrimentos passados nas mãos dos dois Mestres Assassinos, e depois de ver suas contrapartes de outras realidades assassinadas, Betsy Braddock decidiu que é hora de enfrentar seu medo.

Psylocke sente todos os momentos em que o Mestre Assassino está prestes a matar uma contraparte sua, mas não é capaz de precisar a realidade em que a morte acontecerá. Assim, ela sente quando o vilão encontra uma Psylocke alternativa, que - surpresa - é a amante do próprio Mestre Assassino da realidade em questão. Isto não impede o vilão de matar sua própria contraparte e absorver sua energia, antes de matar mais uma Elizabeth Braddock. No Palácio de Cristal, a nossa Psylocke sente a morte de sua sósia, enquanto se lembra de quando o assassino original arrancou seus olhos.



Disposta a impedir que isto se repita, Betsy passa a treinar com hologramas sólidos no Palácio de Cristal, monitorada por sua amiga Sábia. Mas não importa a técnica que use ou quanto suas habilidades melhorem, Psylocke sempre acaba derrotada... e morta. Felizmente, em simulações as mortes não são pra valer.

A heroína continua sofrendo em silêncio, por mais que Sábia queira ajudar, até que certo dia o Palácio de Cristal mostra a morte e ressurreição de Brian Braddock, o Capitão Britânia, irmão de Betsy (evento que vimos acontecer durante a Invasão Secreta, lembram?). Em seguida, mostra que o Mestre Assassino começou a cegar e assassinar contrapartes de Brian. E aí, vocês sabem: mexeu com a família (mesmo que seja uma contraparte de outra realidade), o assunto é pessoal! É hora do acerto de contas!



Psylocke volta para a Londres da Terra-616, passeia, janta, faz compras - tudo para deixar bem claro pra quem quiser saber que Elizabeth Braddock está de volta. O Mestre Assassino percebe e aceita o desafio; o combate decisivo começa, e a situação não é favorável para Betsy...



Quando parece que o combate ruma para um final trágico, o Capitão Britânia surge e acerta o vilão. Para azar de Betsy, ele também acaba sendo uma vítima potencial que ela precisa tirar do caminho, tomando alguns tiros no processo. Mas quando o Mestre Assassino anuncia que tomará sua vida, Betsy sorri e usa uma bravata semelhante à que usou com o Dentes-de-Sabre tanto tempo atrás: "Falar é fácil. Venha me derrotar... se puder."



A provocação não foi gratuita: Betsy quis atrapalhar a concentração de seu inimigo. E conseguiu. Mantendo a calma e usando movimentos inesperados, Psylocke vira o jogo contra o vilão e o desarma. Sem suas espadas e seu dispositivo de teleporte, a última visão do Mestre Assassino é esta Betsy Braddock, cercada pelas almas de cada Betsy Braddock que ele assassinou em sua jornada insana (tem até uma "Betsy Punho de Ferro", pra quem procurar bem), desferindo o golpe de misericórdia.



O Mestre Assassino está morto. Psylocke nunca mais sentirá este medo. Mas mal há tempo de se despedir de Brian, pois a mulher de cabelos roxos logo volta para os Novos Exilados, para seus amigos, e para o Victor Creed da Era do Apocalipse - seu improvável amor. Para uma defensora do Omniverso, o dever nunca acaba - pelo menos até uma tal de Rainha Vermelha puxá-la de volta para a Terra-616, mas essa já é outra história...



Quem não gostava dos Novos Exilados provavelmente não vai gostar desta história do Claremont também, mas vale dar uma olhada mesmo assim; se não pelo roteiro, pelo menos pela belíssima arte e colorização de Scott Clark e David Beaty.

...Ah sim, pra quem estranhou, eu acabei de ser promovido a redator do site (depois dos nossos estimados editores me pregarem um senhor susto ao darem a entender numa conversa que meus serviços não eram mais necessários...)!! Sim, obrigado a toda a Equipe 616 pela acolhida, e por ser primeiro dia na nova função, espero que os estimados leitores perdoem a edição porca das imagens.

Falando em imagens, palpites sobre qual é a bebida na caneca na primeira página são bem vindos...



O mais criativo vai ganhar uma... mensagem de parabéns na seção de comentários!

Fernando Saker

*Título inspirado no filme homônimo de 2002, estrelado por Jennifer Lopez


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Re: X-Men - Nº 101(Maio/2010)

Mensagem  leonardobento em Ter Jun 01 2010, 09:42

Marvel 616 escreveu:

Sobre retornos, corpos trocados e mulheres furiosas

Desde sua primeira reaparição, em São Francisco, Madelyne Pryor parece disposta a incomodar os X-Men. Enquanto seus planos com o Empata e o Culto do Inferno eram derrubados, a Rainha Vermelha recrutava uma Irmandade peculiar, convocando Martinique Jason (vulgo Mestra Mental), Quimera e Espiral (que ainda trouxe Lady Letal de brinde). Agora, a ex-esposa de Ciclope finalmente começa a mostrar suas intenções...



Pra começar, Madelyne recruta Regan Wyngarde, a Lady Mental (que pelo jeito sobreviveu aos ferimentos na saga Complexo de Messias), mesmo esta tendo um ódio recíproco por Martinique. A promessa de Madelyne pra isso é: se a nova Irmandade ajudar em seu plano, ela trará um ente querido de cada uma de volta à vida.

O primeiro passo: invadir o cemitério particular de Wolverine, no Japão, e roubar o corpo da assassina-japonesa-em-corpo-ocidental Kwannon (vulgo Revanche). Claro que a sorte delas vira com a visita da mutante alteradora de probabilidades, Dominó, mas mesmo assim a missão é cumprida com sucesso.



Enquanto isso, Fera leva sua nova equipe de cientistas, formada por Dr. Nêmesis, Yuriko Takiguchi e Madison Jeffries, para as Indústrias Graymalkin (lar atual dos X-Men). Lá, ele apresenta a equipe para sua mais nova integrante, a doutora Kavita Rao, e logo a equipe começa a discutir como reativar o gene X. Hank explica que este problema foi causado por magia, mas o Dr. Nêmesis argumenta que não acredita em magia; se o problema pode ser resolvido, será resolvido pela ciência.



No Canadá, Wolverine pede ajuda para Aurora no recrutamento de Jean-Paul Beaubier, o Estrela Polar, atualmente trabalhando como um renomado esportista e empreendedor. Apesar de se fazer de difícil, Jean-Paul aceita o convite.



Em outra área das instalações dos X-Men, Emma Frost visita a capela do X-Man Noturno, e logo em seguida é recrutada para lecionar para as jovens russas recentemente resgatadas por Colossus e acolhidas pela equipe mutante. É quando ela é atingida fulminantemente por um forte poder psíquico – bem como os demais telepatas e similares nas redondezas. Ela é atendida pelo Fera, que a libera em seguida – mas decide, como médico da equipe, reter o X-Man Anjo para perguntar sobre sua segunda forma recentemente revelada.

O poder psíquico que atingiu os mutantes em questão foi cortesia da Irmandade: após curar os ferimentos de Quimera (obtidos na luta contra Dominó), a Rainha Vermelha decide realizar seu misterioso ritual envolvendo o cadáver de Kwannon. O plano consiste em "encher a defunta" com alguém viva – ninguém menos que Elizabeth Braddock, a Psylocke. Reunindo suas energias psíquicas (eu nem sabia que a Lady Letal e a Espiral controlavam energias psíquicas, mas tudo bem... acho), a mente de Psylocke é transferida para o corpo de Kwannon – e seu corpo original, que se regenera completamente!



Mas peraí, como assim, "corpo original"? Momento flashback: anos atrás, Betsy atravessou um portal que a levou ao Japão. Lá, sua mente foi trocada de corpos com a mente da assassina japonesa Kwannon (a coisa foi mais complicada que isso, mas deixa pra lá), que morreu algum tempo depois. Recentemente, Psylocke estava "dançando entre mundos paralelos" (leia-se: integrando os Novos Exilados), mas a Rainha Vermelha a trouxe de volta com um feitiço para seu mundo natal, e agora realiza uma lavagem cerebral na moça. A etapa final do plano de Madelyne é repetir o processo consigo mesma: Madelyne na verdade é uma espécie de fantasma psíquico, e como seu corpo foi cremado no passado, o jeito é pegar adivinha o de quem?



Mas claro que os X-Men não sabem disso, curtindo animadamente sua nova cidade – pelo menos até descobrirem que Simon Trask e seus seguidores pretendem que seja aprovada a Proposta X, que determina controle de natalidade dos mutantes. Enquanto isso, o grupo de cientistas do Fera discute viagens no tempo: Jeffries comenta que, se eles puderam criar uma máquina que viaja para o futuro (*ver este mês em X-Men Extra*), por que não fazer uma para o passado, para descobrir as circunstâncias em que surgiram os primeiros mutantes? E para surpresa de todos, um dos primeiros mutantes em questão é o rabugento Dr. Nêmesis, que aceita a idéia de visitar seus pais cerca de um século no passado.




Quando a noite cai, Ciclope decide ir dormir na sala, quando encontra Estrela Polar, Cristal e a Fada (completamente bêbada e saidinha) voltando da balada. Scott se irrita pelos dois mais velhos terem deixado Megan beber, enquanto Cristal estranha que ele não esteja dormindo com Emma. Mas antes que possam prosseguir, eles são capturados nas ilusões da Mestra Mental e ameaçados pelos dragões psíquicos da Quimera. Emma tenta avisá-los, mas também é presa numa ilusão da Lady Mental. Em outra área, Espiral ataca Noturno e Colossus com suas espadas.

Mas o verdadeiro alvo do grupo é Wolverine, que mesmo com seus instintos, é pego de surpresa por Lady Letal (detalhe na língua dela no momento em que ela o perfura).



Mas o que Madelyne quer com ele? Como os X-Men foram pegos com tanta facilidade? E terá Psylocke passado para o lado das vilãs? São muitas perguntas ainda sem respostas, mas a Irmandade promete dar muito trabalho pela frente...

Escrito por Fernando Saker
Editado por Coveiro


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Re: X-Men - Nº 101(Maio/2010)

Mensagem  Joao Roberto da Costa em Sex Jun 18 2010, 13:38

Gostei da revista, tanto que votei em muito boa, gostei do roteiro de fabulosos x-men ficou bem amarrado e a sequencia parece ser legal (recebi a edição 102 esta semana, mas não li ainda) quanto a história do Claremont, bom valeu pela arte pois o roteiro ficou na mesma, ou seja, fraco como de costume.
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Re: X-Men - Nº 101(Maio/2010)

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