X-Men Extra Nº101 (Maio/2010)

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X-Men Extra Nº101 (Maio/2010)

Mensagem  leonardobento em Sex Maio 14 2010, 08:18

Sinopse: Começa a Guerra Messiânica! Cable encontra a X-Force, que viajou até o futuro para avisar sobre os planos de Bishop, agora aliado a um antigo e mortal inimigo de Nathan. Madrox, o Homem Múltiplo, reencontra Layla Miller enquanto Deadpool arranja uma nova missão com mulheres, armas… e castelos medievais?! E a estreia (ou volta) de Novos Mutantes, com arte do brasileiro Diógenes Neves!
(X-Force/Cable: Messiah War 1; Cable 13; New Mutants 1; X-Factor 41; Deadpool 4; X-Men: Manifest Destiny 5)
Revista mensal, formato americano, 148 páginas, papel Pisa-brite, R$ 14,90, distribuição nacional



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Re: X-Men Extra Nº101 (Maio/2010)

Mensagem  leonardobento em Dom Jun 13 2010, 21:59

Apesar de Deadpool, a revista é Excelente! O Olivetti destoa dos desenhos do Choi, mas a Guerra Messiânica é muito legal. X-Factor continua sendo o melhor trabalho de Peter David e Novos Mutantes começou de forma promissora - os desenhos do Neves são muito bons.

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Re: X-Men Extra Nº101 (Maio/2010)

Mensagem  leonardobento em Dom Jun 13 2010, 22:04

Marvel 616 escreveu:

Messias da Guerra

Novamente um momento decisivo se aproxima, e cabe à X-Force se juntar a Cable e à pequena Esperança para que a vida da menina e os anseios de toda uma espécie sobrevivam. Começa, em X-Men Extra 101, a Guerra Messiânica.



Em uma rememoração de tudo que envolveu os momentos decisivos do que parecem ser os últimos sinais de uma espécie inteira tentando sobreviver, Scott Summers, o Ciclope, líder dos X-Men, nos leva ao momento em que seu filho, Cable, salvou a única bebê mutante a nascer desde que a raça foi dizimada da morte certa. E lembra tudo que aconteceu desde então, inclusive a viagem dos dois ao futuro, a quase morte de Xavier nas mãos de um traidor, Bishop, a chance que tiveram de impedi-lo e a impossibilidade de se comunicar com Nathan e a menina. Quando toda a corrida contra o tempo e contra aqueles que os querem mortos recomeçou.

Em um futuro indeterminado, na cidade de Las Vegas, Bishop, que acredita que não a preservação da vida, mas a morte da pequena messias mutante é a solução para a espécie, recorre a alguém muito perigoso em um momento de desespero. Promete entregar Cable em troca de ajuda, e confirma que Cable não morreu... ainda.



Novamente o plano de Bishop é colocado às claras. Destruindo o mundo no futuro, reduziu consideravelmente a gama de locais para os quais os dois poderiam fugir.

Nos dias de hoje, o Fera, que localizou Cable e Esperança no ano de 2973, explica a Ciclope que, além das linhas cronológicas serem instáveis, o grupo que ele enviar atrás do filho deverá procurá-lo geograficamente, pois não há como serem transportados para sua localização exata. Momentos antes de lançar a X-Force, em plena missão de resgate, no futuro.



Em meio ao questionamento de Hank sobre as ações misteriosas de Scott, testemunhamos o lado de Ciclope quando este tomou a decisão de lançar a X-Force no futuro sem que eles salvassem Dinamite da Rainha Leprosa.

A X-Force chega em 2973, e Wolverine maldiz Ciclope pela decisão brusca. A reação é ruim também entre os outros membros, mas logo Elixir descobre que voltar para o passado não será tão simples assim. Enquanto os outros discutem em um cenário apocalíptico, X-23 traça um “X” no chão com uma de suas garras.



O grupo se acalma na marram, e Wolverine promete que Ciclope vai responder pela irresponsabilidade, mas agora precisam fazer reconhecimento do terreno. Porém, logo um problema se apresenta quando o Vanisher não consegue se teleportar para o Japão, e em seguida é atingido por um tiro de origem desconhecida. Eles estão sendo atacados.

Quando se posicionam para reagir, uma surpresa. O atirador é ninguém menos que DEADPOOL! Ainda vivo. Um dos poucos, talvez o único, que sobreviveu por longos nove séculos.



Maluco como sempre, e indestrutível como sempre, irrita a todos (principalmente Wolverine) e diz que está esperando por Cable há um tempão, mas não faz idéia de onde ele está. Sem a possibilidade de teleporte, eles caminham até Westchester – ponto de encontro com Cable – e o curado Vanisher é usado de escudo humano, indo à frente.

Mas logo X-23 sente um cheiro familiar e o grupo se separa. Wolverine leva Laura, Arcanjo e Apache, deixando Dominó cuidando dos outros. Wolverine espreita por algumas ruínas e rapidamente encontra Esperança, muito mais velha do que esperava. Em seguida tem uma arma apontada para sua cabeça por Cable.



A neurose de Nathan nos últimos anos foi tão grande que demora para entender que a X-Force, cujos outros três membros que acompanhava Logan aparecem, está ali para lhe ajudar. Para ajudar os dois.

Mas recusa a ajuda, diz que não deviam estar ali, e chama Esperança para ir embora. Obviamente Wolverine quer explicações, e finalmente Cable esclarece tudo: eles caíram em uma armadilha. E não é apenas Bishop o responsável.

Logo Nathan os leva para ver o único local que não está em ruínas. Uma construção grandiosa, claramente feita com a tecnologia dos celestiais usada por tanto tempo pelo maior inimigo de Cable: Apocalipse.

Mas não é de En Sabah Nur de que estamos falando, mas do homem com quem Bishop negociava longe dali. Conflyto, o clone renegado de Cable, que sob a promessa de derrotar Apocalipse se associa ao ex-X-Men.



Mudando de desenhista e de roteirista (a primeira parte, uma edição especial desenhada por Mike Choi e com roteiros de Craig Kyle e Chris Yost, dá vez à revista Cable, com a dupla Duane Swiercyznski & Ariel Olivetti), olhando para a cidade tecnológica à sua frente, Cable lembra de seu eterno embate com Apocalipse, e como isso precisa ficar de lado pelo bem de Esperança.



Mas a paciência de Wolverine é curta, e pressionando, e exigindo mais do que o já reduzido fator de cura de Deadpool, quer respostas rapidamente. Wade conta que mais de 900 anos atrás estava trabalhando para os inimigos de uma rebelião que começou com a ajuda de Cable, e que se escondeu em uma geladeira industrial para se proteger dos ataques... e ficou preso lá... por OITOCENTOS ANOS! Apenas seu fator de cura e sua “capacidade” de ser esquizofrênico o ajudou a resistir a tudo isso.

Enquanto ao longe, o Arcanjo ouve algo que atraí sua atenção, Deadpool termina a história. Foi descoberto por soldados, rapidamente derrotados por ele. Mas logo alguém chega e faz todos correrem: Conflyto.

Cable rejeita a possibilidade disso ser verdade, pois seu “irmão gêmeo” estaria morto, e apenas Apocalipse controla a tecnologia celestial presente na cidadela. Mas logo fica claro o que aconteceu. A criatura superou o “criador”. Conflyto escravizou o que restou da raça humana depois dos ataques de Bishop. E Deadpool? Bom, ele agora trabalha para Conflyto, apesar de não estar nem um pouco feliz com o patrão.



O nervosismo entre Cable e Wolverine já era grande, e só aumenta. Há lacunas de informação que precisam ser preenchidas. E Nathan continua cético quanto à possibilidade daquele ser seu clone, por crer na sua morte e, principalmente, na possibilidade dele ter derrotado Apocalipse. Mas ele teve uma ajuda fundamental.

Perto dali, Conflyto conversa com seu aliado, Bishop. E cada um pesa o que fazer e não fazer em mais esse momento decisivo. Um momento já estranho ao clone, que não enfrenta um verdadeiro desafio desde que Bishop o ajudou a derrotar Em Sabah Nur. E usa a raiva de Conflyto, que se considera o “original”, por Cable para convencê-lo a ir atrás dele pessoalmente, mesmo sabendo que corre risco de morte ao lado do aliado.

Por isso seu plano se concentra em, enquanto os dois lutam entre si, partir para cima de Esperança e finalmente assassiná-la. Seu principal alvo se mantém incógnito para Conflyto.



Wolverine perde totalmente a paciência e insiste em dizer que está ali para ajudar Cable, que veementemente recusa tal ajuda e tenta fazer com que Esperança nem entenda o que está acontecendo. Mas o que os membros da X-Force veem é que Cable não cumpriu com o que ficou resolvido na Ilha Muir. Ele não criou a menina longe de toda a loucura e guerra que eles vivem dia-a-dia. Ainda assim, Nathan defende que viver ali ainda é melhor para ela do que voltar para o século 21.

Um comentário mais agressivo de Logan leva os dois ao limiar de um confronto mortal, mas Apache toma a frente, tenta focar os esforços em destruir o que quer que esteja na cidade celestial que os impede de voltar a seu tempo antes de suas 24 horas acabarem. Cable e Wolverine concordam.



Porém, enquanto surpreendentemente X-23 tenta conversar de uma forma amorosa com Esperança, a primeira tocaia se arma. Eles estão cercados por soldados de Conflyto, e mais uma vez precisam lutar para sobreviver. A guerra recomeçou.

João

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Re: X-Men Extra Nº101 (Maio/2010)

Mensagem  Joao Roberto da Costa em Sex Jun 18 2010, 13:32

leonardobento escreveu:Apesar de Deadpool, a revista é Excelente! O Olivetti destoa dos desenhos do Choi, mas a Guerra Messiânica é muito legal. X-Factor continua sendo o melhor trabalho de Peter David e Novos Mutantes começou de forma promissora - os desenhos do Neves são muito bons.

Gostei bastante da edição 101, não gostei do Arcanjo do Olivetti ficou muito feio, descarecterizado, mas no mais o mix ficou muito bom e como você disse, é verdade mesmo com Deadpool a coisa foi boa, gostei de Novos Mutantes e ver o Legião novamente foi bem legal, votei em excelente.
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Re: X-Men Extra Nº101 (Maio/2010)

Mensagem  leonardobento em Qui Jun 24 2010, 21:08

Marvel 616 escreveu:
Deadpool: Uma(s) mente(s) brilhante(s)

O título americano de Deadpool, ou Wade Wilson para os íntimos, ficou alguns números sem ser publicado. Porém, a nova “X-Men Extra”, revista agora de 146 páginas, tem vaga sobrando para o mercenário mais querido (ou não) dos leitores. O personagem já enfrentou todo tipo de coisa e gente e já fez coisas inimagináveis na vida. Já matou muita gente, até, mas enfrentar mortos-vivos é uma das poucas coisas que ainda faltavam na lista (pelo menos que ele ou eu se lembre). Esse personagem não é uma pessoa comum, nem seu título, portanto. E nem será seu artigo neste site.



Fui designada a escrever sobre este título, sempre gostei do protagonista e seu tipo de humor mesmo que muitos não simpatizem. Agora, um elemento a mais na narrativa que já era metalingüística, é a metalinguagem da metalinguagem. Complicado? Mas o que não é complicado com esse mercenário? Vou tentar explicar melhor. Desde seu especial na Invasão Secreta, Deadpool desenvolveu uma certa esquizofrenia (Na verdade, em wolverine origens como corrigiu Kinhu) além da que já tinha. Agora são duas personalidades de Wades falando conosco leitores ao que parece. É de dar nó na cabeça explicar isso, acho que até eu já estou confusa. Você sempre foi confusa. Ihhh, acho que pega.

Bom, vou começar a falar da história antes que me perca mais. Depois de gastar todo dinheiro tentando matar Wolverine sem resultado e toda munição auxiliando Nick Fury na Invasão Secreta e se ferrando como sempre, a única coisa que resta para Wilson é construir uma poltrona de explosivos. Que inútil. Reclama com o autor, não atrapalha minha narrativa. Sua consciência (vamos chamar assim...) o alerta que ele tem que trabalhar, mas ele resolver ver TV. Que história Inútil. Espera, ta só no começo, poxa! Como eu dizia... mas na TV só passa a guerra contra os skrulls. Pelo visto essa história é ainda durante a invasão secreta, que atraso! Isso você reclama com a Panini, e não me atrapalha. Ele se estressa com isso (quem não estressaria?) e resolve ligar para um mercenário chamado Zeke pedir um trabalho.Que humilhante... Fica sem trabalhar pra ver o que você faz. Unf.



Voltando, Zeke o incube de uma tarefa, matar o médico cirurgião plástico da esposa que a transformou em um Zumbi. Putz, isso é mais confuso que essa narrativa. Ok, deixa eu explicar melhor: a esposa de Zeke consultou um cirurgião plástico aparentemente suspeito que está transformando suas pacientes em Zumbis ao invés de deixá-las mais bonitas. O próprio, inclusive, é um zumbi e é possível que Wade tenha que passar por mais vários mortos-vivos para matar o médico. Que porcaria de enredo! Tem Zumbi, é isso que importa. Você é muito pouco exigente em matéria de história. E você está me atrapalhando de novo!

Enfim, depois de umas 15 piadas onde o Deadpool finge que entendeu que deveria matar a esposa e não o médico, ele se muni com armas de Zeke e parte. Claro que, como bom mercenário, ele diz que se não receber mais ele mata sim a mulher dele. Antes disso, Zeke questiona porque Wilson não se assustou com toda essa história – Por que é ridícula. Cala a boca. – e aceitou tão rapidamente o serviço. Wade diz que já viu muita coisa estranha e que, muitas vezes, nem achava que eram reais, portanto, saber que existiam zumbis de verdade era um alívio. Ele queria era a grana. Ah, disso não duvido.



Ele recebe todas as informações e fotos dos envolvidos (especialmente para não confundir e matar a esposa de Zeke). Ao que parece esses zumbis apenas aparentam ser mortos-vivos quando se alimentam, em geral são como pessoas comuns e impossíveis de discernir. O “doutor-zumbi” injeta algo em seus pacientes que permite parar ou reverter o processo de envelhecimento (até aí era uma boa idéia de plástica, né?), mas isso só ocorre se eles devorarem outras pessoas. O que se faz hoje em dia por beleza... Achei que você tinha ido embora. Eu não vou embora até você ir embora.

Ok, deixa eu continuar. Não estou impedindo. Está atrapalhando meu raciocínio. Esta história ruim está atrapalhando seu raciocínio. Olha, eu sei que o roteiro não é a melhor parte do título, mas a narrativa e as piadas são legais, se você tentasse ler... Não, eu prefiro manter a sanidade. Que sanidade?? Você é uma voz na minha narrativa. Termina logo a narrativa, então. Boa idéia! Wilson tem problemas com os policiais locais, que o prendem. Na prisão seus colegas de celas se revelam zumbis e tudo vira uma grande batalha para se livrar dos mortos-vivos até que ajudantes de Zeke chegam e o ajudam. Mas Wade não gosta de saber que estava sendo vigiado e mata todos eles indo cumprir sua missão. Encontra o castelo onde o “doutor-zumbi” mora e é atendido por um corcunda.

Corcunda? Sério? Sim, ele também faz piada com o clichê... Aliás, essa parte é bem engraçada. Seu senso de humor é péssimo. E o seu é nulo. Vou continuar pra você sumir: Depois de preencher tudo e rir da cara do corcunda, Deadpool está achando tudo muito fácil enquanto aguarda um carro buscá-lo para ver o doutor. Mas a água que o corcunda o oferece estava envenenada e ele desmaia. Que idiota. Calma, fica quieta que ta quase acabando. O doutor chega então em sua limosine em uma cena de terror-pornô quase onde várias “enfermeiras” o acompanham e uma elegante mulher beija/lambe seu pescoço. Que mau gosto. É, nisso eu concordo. Ele agradece seu servo e liga para Zeke... qual é a verdade nisso tudo só saberemos na próxima edição!



Pronto? Pronto. Posso falar agora? Eu consegui te impedir nos parágrafos acima? Não, só tentei ser educada, mas é uma péssima história. Eu já falei, o importante não é o roteiro em si, é o humor e... Bom, eu não consigo mostrar muito essa parte mesmo, só contar o roteiro. E a narrativa, tá, mas quem ler seu artigo vai achar péssimo. Por isso seu artigo fica péssimo. Aí, já é implicância, o que sugere? Que os leitores leiam a história em si pra decidir se gostam ou não. Finalmente você disse algo inteligente! Mas chega, eu to ficando zonza com essa esquizofrenia, esse artigo termina aqui! Tchau!

Tchau.

Cammy

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Re: X-Men Extra Nº101 (Maio/2010)

Mensagem  leonardobento em Qui Jun 24 2010, 21:13

Marvel 616 escreveu:

Novos Mutantes: Reencontro de turma

Academia X... Novos X-Men... Jovens X-Men. Todos estes títulos buscaram apresentar ao leitor a atual geração de adolescentes com o gene X ativo, em suas primeiras missões e aprendizados, rumo a uma eventual "formatura" e ingresso efetivo aos X-Men. Mas o que acontece com aqueles que já se formaram? Bom, como mostram Míssil, Karma, Mancha Solar, Magma, Magia e Danielle Moonstar, o aprendizado e as aventuras nunca acabam...



Durante uma destas aventuras, Ciclope manda Shan e Dani para a cidade de Westcliffe, Colorado, para investigar os rumores do surgimento de uma jovem mutante na cidade. Na investigação, Karma descobre o desaparecimento da pequena Marci, e decide localizar e entrar na mente dela para conversar. Mas a mente de Marci apresenta vários demônios, e é a menina quem acaba resgatando a x-man vietnamita.



Por considerar os rumores sem fundamento, Scott não informou sobre a missão para os colegas das duas mutantes. Apesar disso, Illyana parece ter conhecimento do perigo em que se encontram suas amigas ao voltar de uma viagem pelo Limbo, ferida e exausta. Pro azar da moça, ela cai bem em frente a Anole, Pedreira, Fada e outros membros adolescentes dos X-Men, que não guardam boas memórias da loira. Felizmente, Sam e Beto chegam a tempo de impedir que Illyana seja linchada, após um confronto verbal entre as duas gerações (onde nenhuma das duas está completamente certa ou errada).



Antes de desmaiar, Magia conta que "as consertadoras", Shan e Dani, estão em sério risco de vida. Míssil imediatamente recruta Magma, que estava cuidando do atualmente cego, encarcerado e revoltado Empata, e mesmo com dúvidas sobre a identidade da jovem que diz ser sua antiga amiga e suas informações, os três decidem que Illyana e eles partirão ao resgate, como um pequeno esquadrão de X-Men - e para a surpresa de Sam, Ciclope aceita! Porém, pede que ele dê o máximo de si para conseguir retornar com todos vivos.



Após uma visita à máquina de fazer uniformes do Fera (ei, nesse ramo os uniformes precisam ser substituídos constantemente, com os rasgões e queimaduras que ganham a cada missão...), os antigos Novos Mutantes criam uniformes padronizados, que lembram seus uniformes de adolescência, mas mais sérios para se adequarem às suas idades atuais. Durante a viagem, Amara e Illyana se estranham: a mutante incandescente tem dúvidas sobre a credibilidade de Magia, enquanto a ex-regente do Limbo revela, sarcástica, que pode curar a visão do Empata mas sabe que Magma prefere que ele continue indefeso.



Após chegarem a Westcliffe, o grupo decide pedir informações num bar. Lá, Illyana vê uma foto de Marci num cartaz de desaparecidos e se lembra de Amara ter falado da garota, no futuro caótico de onde ela veio. Ela decide ir atrás de Marci, e Magma segue junto para garantir que sua colega se controle. Os rapazes da equipe insistem em levantar informações no bar, mas são cercados por um grupo de valentões antimutantes. Obviamente, os dois vencem a briga com facilidade.



Enquanto isso, as duas loiras do time visitam a casa dos pais de Marci. É quando Illyana vê na sala estatuetas que remetem a falas da Magma do futuro caótico, percebendo que o que tem que procurar está lá dentro. Ela arromba a porta do porão da casa, e lá, as duas encontram uma caixa de onde sai a voz de Shan...



...Exceto que Mancha Solar e Míssil já encontraram Shan nos fundos do bar, inconsciente e amarrada a uma cadeira, próxima a um homem envolto em faixas e aparentemente morto. Então quem realmente está na caixa?



Na casa dos pais de Marci, Shan pede para ser libertada. Mas apenas quando a caixa é aberta suas colegas percebem que ela não pedia a liberdade de seu corpo, e sim de sua mente... presa no corpo de ninguém mais, ninguém menos que Legião, o filho falecido (?) de Charles Xavier!



Enfim, uma história eletrizante, cheia de mistérios a serem resolvidos... Como Legião voltou, e como a mente de Karma foi parar dentro da dele? O que Illyana viu de tão terrível no futuro que visitou? E onde está Danielle, cuja presença não é vista durante a edição inteira? Mês que vem a gente descobre... espero!

Fernando Saker


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Re: X-Men Extra Nº101 (Maio/2010)

Mensagem  leonardobento em Qui Jun 24 2010, 21:18

Marvel 616 escreveu:

X-Factor: De volta para o Futuro

O nascimento do filho de Jamie Madrox e Theresa Cassidy poderia representar um fio de esperança para a espécie mutante, mas acabou tornando-se um evento traumático na vida do casal e de toda a equipe. Devido a isso, Jamie cai em uma espiral de decadência e decide dar fim a própria vida, mas seu suícidio é interrompido por um retorno muito aguardado. Agora o X-Factor está de casa nova e a partir de X-Men Extra nº101 acompanharemos esse retorno, uma conspiração misteriosa e uma rebelião violenta.



Retomando exatamente do ponto onde parou, acompanhamos Madrox estático com o retorno de Layla Miller, a menina que sabe das coisas. Aliás, menina é algo que ela não é mais, já que está adulta e, como o próprio Madrox observa, possui certas "coisas a mais".



Passado o momento inicial de euforia, o rapaz nota que o corpo dela não possui temperatura corporal, mas ela explica que se trata de uma projeção holográfica de luz sólida, mas não teria tempo de dar maiores respostas, já que o tempo se esgotava e, usando mais uma de suas referências, Layla diz a frase clássica de Exterminador do Futuro: "venha comigo se quiser viver".

Layla reconhece que tomar decisões não é o forte de Madrox, mas aquele era o momento de tomar uma e deveria ser a certa. Jamie segura na mão da moça e os dois desaparecem em uma clarão de energia, deixando um assustado Rev.John Maddox para trás. No entanto, eles não deixam o pastor sozinho, pois um misterioso homem surge na igreja, saca uma pistola e atira nele.



Sinceramente, fiquei com o coração na mão nesse momento, pois o reverendo é um personagem que já gerou grande empatia em mim. Parabéns ao Peter David, que com poucas aparições desse coadjuvante o tornou tão carismático, fazendo com que os leitores se importem com seu destino.

Temos um pequeno interlúdio para mostrar o que os membros do X-Factor andam fazendo. Nesse momento, uma ex-mutante chamada Lenore conversa com a equipe, alegando que alguém quer matá-la. O problema é que não era a 1ª vez que isso acontecia, já que Lenore já foi ameaçada antes, mas tratava-se apenas de um trote do ex-namorado, fato que causou muita dor de cabeça para os detetives mutantes.

No entanto, dessa vez parecia que era diferente, pois uma amiga dela, chamada Rosa, também parecia que era seguida por várias pessoas e acabou morrendo de forma misteriosa. Longshot acredita na moça (o que não quer dizer muita coisa, já que ele acredita em spams no e-mail), então mesmo com uma certa relutância, Theresa acaba aceitando o caso.

Nessa cena, além do já conhecido clima entre Longshot e alguma mulher (no caso, Lenore), é interessante observar como Syrin evita, de forma até áspera, falar sobre seu bebê. Estou esperando ansiosamente o reencontro dela com Madrox.



Falando no mutante, voltemos para ele, ou melhor, para sua cópia. Para minha alegria, Maddox escapa do tiro (obrigado pelo susto, Peter David), defendendo-se com até certa habilidade, mas não consegue resposta alguma, já que o agressor acaba suicidando-se.

Ainda no X-Factor, Guido, Darwin e Monet, em missão para Val Cooper, afundam um navio de traficantes de armas. Bem, a missão era apreender a embarcação, mas o Fortão achou melhor destruir armas que o governo poderia voltar contra sua espécie, idéia bem apreciada por M. Um destaque interessante vai para a transformação de Darwin em "Bob Esponja", pois esponjas não são afetadas por armas neurais, já que não possuem sistema nervoso. Bem inteligente isso, gostei muito!



E quanto aos personagens que abriram essa história? Bem, eles surgem em um local misterioso, cercado por um Sentinela que, segundo Layla, chegou antes do que ela esperava. Madrox ainda esboça alguma reação, mas o que gerar uma cópia poderia fazer nesse momento? Ironicamente, parecia que Layla impediu o suícidio de Madrox apenas para morrer ao seu lado, que é onde ela quer estar se tiver que perder a vida.

As palavras da moça tocam Madrox, dando até vontade de explodir de alegria, mas o que explode mesmo é o Sentinela, graças a chegada de Ruby Summers.



Será que veremos mais da Rebelião Summers? Provavelmente sim, já que Layla passou muitos anos naquele futuro.

E quanto ao caso que o X-Factor pegou? Espero algo bem interessante aqui também, pois o autor já mostrou que nada é por acaso nas suas histórias e tudo contribui para alguma coisa. Além disso, estou muito curioso para saber quem é o misterioso atacante que tentou matar John Maddox.

Por fim, estou muito feliz com a nova casa da equipe, pois fortaleceu muito o mix da X-Men Extra. Ponto positivo nessa mudança da Panini

Eddie

P.S. titulo do artigo é o mesmo da história, pois por mais que tenha tentado outros, não resisti e usei esse, pois é do meu filme favorito.


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Re: X-Men Extra Nº101 (Maio/2010)

Mensagem  leonardobento em Sab Jun 26 2010, 18:45

Marvel 616 escreveu:

Cristal: Acapella

A serie de histórias especiais de X-Men: Destino Manifesto continua. Em X-Men Extra 101, é a vez da estrela pop mutante Cristal protagonizar uma das histórias curtas passadas no momento de fixação do novo lar dos mutantes em São Francisco e de sua nova atitude em frente aos problemas e ameaças à espécie.



Intitulada Solo, escrita por Kieron Gillen e desenhada por Sara Pichelli, a história se passa em um avião, no qual Alison Blaire, nossa estrela, deixa a Inglaterra, país que fora seu lar nos últimos tempos – como o leitor deve se lembrar, conforme mostrado nas histórias do infame Novo Excalibur. Seu destino: São Francisco, é claro. Cristal conta que gastou suas últimas economias naquela passagem de avião, mas preferiu pagar os promotores de seus show cancelados a permanecer ali, por ter passado maus momentos em Londres onde suas apresentações eram, em resumo, interrupções nas listas de reprodução de DJs. Sem gravadora, empresário ou dinheiro, ela afirma que, se o futuro está na classe executiva, ela até se alegra de não haver lugar nela para uma diva disco ultrapassada.



Há alguém no vôo que ela reconhece: Marko Homem-Montanha, um ex-criminoso regenerado que faz sucesso urrando em palcos londrinos e agora visa explorar o mercado norte-americano. O tema favorito de suas letras é a satisfação presente em espancar super-heroínas. Alison conta que ele nem sequer sabe cantar, mas o estilo bandidão basta para o mercado, e confessa que não se lembra de gostar de alguém menos que dele. O homem se irrita com uma aeromoça que, devido às regras da companhia, se recusa a continuar lhe servindo bebida, e acaba batendo em seu assessor, numa crise de estrelismo.

Nossa heroína se levanta e sugere ao homem que se sente e assista aos filmes de bordo, dizendo que, hoje em dia, artistas só podem ser grosseiros com quem invade o palco. Marko ordena que ela volte a seu assento, ou terá as pernas quebradas. Cristal não perde tempo e o ataca com um clarão, explicando, no monólogo de narração, que não pode usar um laser, pois gastou sua energia no show da noite anterior, já que, por ser o último, queria que fosse apocalíptico. Mas as artes marciais hão de resolver. Só que não resolvem. Marko é durão e pega uma aeromoça como refém, a fim de manipular a heroína mutante. Ela conhece as regras do jogo e se dispõe a jogar. O homem pede que ela cante para ele.



Alison duvida sobre a seriedade do pedido, mas quando percebe que é mesmo o que Marko quer, ela começa. O primeiro verso é uma ameaça, ordenando ao homem para que não fira a comissária. Mas depois, Cristal passa a cantar para ela, dizendo que tudo ficará bem. Seu público, os passageiros, estão atentos, e parte dela sabe que é esta é a platéia mais atenta pra quem canta em muito tempo. Mas não dá muita atenção a ela, pois sua maior parte está focada na música. A música, aquilo que a completa e a faz sentir-se ligada a tudo e todos. Como sempre, ela não quer que a canção acabe, e compara o refrão final a uma lápide, depois da qual não consegue ver futuro. Mas não importa, ela apenas canta. Nada a abala, nem a queda do avião abalaria.



Ao fim da performance, Marko parece emocionado e apenas diz que sempre gostou daquela. Porém, como Alison já previa, ele não vai soltar sua refém. Isso não é problema para Cristal, que conseguiu canalizar o som da voz do homem em energia e o nocauteia com uma rajada de laser.



O produtor que havia apanhado de Marko diz que não sabia que ela ainda podia fazer aquilo, sem se referir aos poderes mutantes. Ele considerou a performance extraordinária, e oferece um trabalho a nossa heroína: shows semanais por um mês no estabelecimento de um amigo dele em São Francisco, incluindo estadia em hotel, se for neste tipo de coisa que ela está interessada. Surpresa por um momento e silenciosamente contente, ela responde que sim.



História muito boa, com uma visão totalmente adequada da realidade musical e da vida de uma artista como Cristal.

Léo

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