X-Men Nº102 (Junho/2010)

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Avaliação - X-Men Nº102 (Junho/2010)

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X-Men Nº102 (Junho/2010)

Mensagem  leonardobento em Seg Jun 14 2010, 08:17



Depois dos ataques aparentemente aleatórios aos X-Men, finalmente o verdadeiro objetivo da nova Irmandade de Mutantes é descoberto: conseguir um novo corpo para a maligna líder da organização, a Rainha Vermelha! E esse corpo elas irão roubar do cemitério da própria Mansão X abandonada, caso não sejam detidas pelos grupo liderado por Ciclope! E descubra ainda nessa edição que todos diamantes têm suas falhas... até mesmo Emma Frost.

(Uncanny X-Men 510-511; X-Men: Manifest Destiny 2)

Revista mensal, formato americano, 76 páginas, papel Pisa-brite, R$ 6,50, distribuição nacional.

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Re: X-Men Nº102 (Junho/2010)

Mensagem  leonardobento em Seg Jun 14 2010, 09:35

A história da Emma é excelente - tanto em matéria de roteiro, quanto de arte. A do Fanático tem um desenhos meio estranhos, mas combina com o tom da história.

Não gostei de como foi feito o retorno de Psylocke e acho que o Fraction pecou em explicar melhor exatamente como era e não era, ao mesmo tempo, a Madelyne Pryor.

Voto em Legal - e puxo a orelha da Panini por colocar o Carey como roteirista nos créditos.

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Re: X-Men Nº102 (Junho/2010)

Mensagem  Joao Roberto da Costa em Sab Jun 26 2010, 20:19

Bom, eu votei em legal. Fabulosos X-men me faz sentir falta do Mike Carey, pois tenho sentido uma certa dificuldade da parte do Fraction em trabalhar com vários personagens, e isso o Carey faz bem.
Acho que ele deveria ter esclarecido como ele trouxe a Betsy de volta, o fim foi razoavel, excesso de atenção pro Wolverine, espero que nas proximas edições a coisa fique melhor.
A história do Fanático foi engraçadinha, nada mais do que isso.
A da Emma foi muito boa, bom em resumo a revista foi legal, dá pra pagar R$ 6,50 tranquilo e se tivesse que dar uma média daria um 8,5.
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Re: X-Men Nº102 (Junho/2010)

Mensagem  leonardobento em Qui Jul 01 2010, 19:13

Marvel 616 escreveu:
Fabulosos X-Men: Conflitos externos, conflitos internos e segredos conflituosos

Madelyne Pryor, vulgo Rainha Vermelha, criou uma nova Irmandade de vilãs e atacou o complexo dos X-Men. Os adultos estão todos feridos ou imobilizados, enquanto os jovens são perseguidos. E a noite está só começando...



Mesmo com as experiências terríveis que ambas já enfrentaram antes, Armadura e X-23 se veem indefesas diante da terrível (?) Quimera e seus dragões de ectoplasma (ou o que aquilo for). Felizmente, a alcoolizada Fada aparece a tempo para levar suas amigas longe da vilã.



Em outra parte do complexo, a Rainha Vermelha procura algo no quarto de Wolverine. Para que o X-Man não a atrapalhe, ela ordena que Espiral traga para a batalha ninguém menos que Psylocke, pronta para a briga! Lady Letal se junta à luta, e as duas formam uma dupla tão sensual como perigosa; mesmo assim, não são páreo para Logan - não é à toa que ele diz ser o melhor no que faz...



Emma Frost, a Rainha Branca, também consegue virar o jogo da Irmandade, após uma visita mental de Jean Grey (que inexplicavelmente aparece nua na mente de Emma). Jean avisa que algo está por vir, e a liberta da ilusão de Lady Mental. Sem ilusões, Regan Wyngarde não é páreo para um punho de diamante; após nocautear a vilã, Emma desfaz a ilusão que a Mestra Mental lançou sobre Estrela Polar, Cristal e Ciclope (que se vê preso numa sala de aula com vários amigos mortos ou desaparecidos; vejam a imagem e tentem identificar todos).



E os X-Men feridos? Fada chama Elixir e as trigêmeas Stepford; enquanto Josh salva Noturno e Colossus, as trigêmeas confrontam Quimera e a vencem com facilidade. Por fim, deduzindo quem teria derrubado as defesas psíquicas do complexo para permitir a invasão, Megan derrota o Empata - de novo - com sua adaga mística.

Mas o ataque foi uma mera distração para que a Rainha Vermelha achasse o que procurava, e a missão é cumprida. Espiral resgata suas "irmãs" caídas e deixa os X-Men para trás. Com o pertence que Logan escondeu de Scott por tanto tempo: uma mecha do cabelo de Jean!! Assim, a Rainha poderia localizar o corpo desta (...não era mais fácil sondar um dos X-Men telepaticamente?).



Sabendo o que a Irmandade procura, um grupo de X-Men parte para Westchester, formado por Estrela Polar, Colossus, Wolverine e Ciclope - mesmo com um compreensível mal-estar entre os dois últimos. Assim, a batalha ocorre em duas frentes: enquanto Emma detecta a base da Irmandade e parte com Tempestade, Karma e Cristal para enfrentar Psylocke e as irmãs Wyngarde, os homens mal chegam a tempo de resgatar Dominó, que alcançou o túmulo de Jean antes das vilãs.



Em São Francisco, Psylocke usa sua readquirida adaga psíquica contra Cristal. Vendo que não conseguiria convencer sua amiga a parar, Alison revela que as janelas partidas por Tempestade permitiram a ela filtrar uma boa quantidade de som e, numa grande demonstração de poder (e de má caracterização, porque ela nunca faria isso com ninguém, ainda mais com uma amiga), ela destrói parte do rosto de Betsy! Mas há algo errado com Psylocke, ela diz que está presa, e se sacrifica com sua própria adaga psíquica.



Eis que, num plano psíquico, vemos Psylocke - a verdadeira - contra sua contraparte maligna. O espírito do mal é forte, mas a determinação de Betsy é mais. Ela vence, e anuncia que vai voltar para casa. De volta ao plano físico, Cristal lamenta a morte da amiga, mas Betsy revela que ainda está viva, sua mente mais uma vez no corpo oriental que habitou por tanto tempo.



Enquanto isso, a Rainha Vermelha localiza o caixão de Jean. Ciclope pede que ela pare, mas a vilã zomba do seu pedido (curiosamente se referindo a Madelyne Pryor em terceira pessoa*) e se transfere para o cadáver. Mas algo dá errado: o corpo desenterrado não é de o Jean (pelo jeito a macumba de localização que ela fez com a mecha da Jean não deu certo...), e como apenas o corpo de Jean poderia contê-la, ela é (pelo menos aparentemente) destruída. Percebendo a derrota, só resta a Espiral resgatar o que restou da Irmandade e fugir. Assim, os X-Men detiveram mais uma ameaça e ainda ganharam uma velha amiga de volta às suas fileiras.



Tudo está bem quando acaba bem, certo? Errado. Pouco tempo depois, Fera invade o quarto de seus líderes para falar que sabe que Scott está guardando segredos sujos, como o retorno de Warren à forma de Arcanjo e a formação de uma equipe misteriosa que sempre volta com uniformes ensanguentados. Hank diz desconfiar que Emma também vem guardando segredos perigosos (e está correto). Antes de sair, anuncia que os X-Men precisam colocar tudo em pratos limpos... antes que esses segredos os matem.



Fernando Saker

*De acordo com entrevista do roteirista Matt Fraction ao site Comic Book Resources, o motivo disso é que a Rainha Vermelha não era realmente Madelyne Pryor, apenas um "eco maligno do que Maddie costumava ser", a "energia da Rainha dos Duendes sem um corpo". Como a história não deixa isso claro, achei melhor esclarecer essa dúvida aqui.


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Re: X-Men Nº102 (Junho/2010)

Mensagem  leonardobento em Ter Jul 13 2010, 21:13

Marvel 616 escreveu:

X-Men - Destino Manifesto: Right to be wrong*



Os leitores do universo mutante estão dando sorte com o tratamento dado a série especial Destino Manifesto. Apesar do atraso no início das publicações, as histórias curtas estão sendo publicadas com certa regularidade em vez de serem deixadas na gaveta para servirem de meros "tapa-buracos" eventuais. Em X-Men 102, mais duas delas são trazidas a nós. Confira abaixo.

Mocinhos e Bandidos
(Escrita por Skottie Young e desenhada por Daniel Panosian)

No meio do nada, em Nevada, EUA, o Fanático faz um grupo de pessoas cumuns reféns num bar de beira de estrada. Tudo que ele quer são opiniões sobre sua questão filosófica atual: ele deve ser bom ou mau? Entre opiniões variadas, temos um pai que aconselha o filho a parar de mandar torpedos e prestar atenção numa bela jovem presente, que desdenha do conselho grosseiro, mas não parece desaprovar a ideia, e alguns outros personagens, entre eles um caipira mais velho que tira sarro do capacete do nosso, hããã, protagonista. O meio-irmão do Professor X avisa que não tolererá este tipo de atitude e, quando o distraído Nicky, o garoto do celular, faz pouco de um erro de pronuncia dele, acaba pendurado numa parede.



Mais tarde, a bela jovem já citada desabafa, dizendo que está cansada de ouvir sobre moral. Não é que ela seja uma denfensora louca de criminosos, mas a moça simplesmente não vê mais muita diferença entre "bom" e "mau" nos dias de hoje, já que os dois lados fazem tudo o que querem mesmo. Quem é "mau", pelo menos, não precisa seguir regras. Bom, mau, herói, vilão, são só palavra agora. Tudo o que eles fazem é imitar um conceito que já foi relevante, e não é mais.

Ela até cita a situação recente onde heróis se enfrentaram apenas porque um dos lados não queria deixar de fazer o que bem entendesse a qualquer hora, mesmo sendo este um argumento um pouco simplista. Fechando, a moça faz a pertinente constatação de que, se sacasse uma arma e atirasse em algum dos ali presentes, iria para a cadeira elétrica. Mas, se disparasse balas mentais e estivesse fantasiada, seria livre feito um pássaro, independente de ser "boa" ou "má". Se é assim, ela questiona: por que perder tempo fingindo? Enquanto ela falava, o velho caipira usou o celular do jovem Nick para chamar, em silêncio, a polícia.



Mais tarde ainda, o Fanático se despede, agradecendo as opiniões e dizendo que todos ali lhe deram no que pensar, sobretudo Mac, nossa principal oradora. Quando ele começa a dizer que acha que precisa continuar tentando ser bom, a polícia o interrompe.Com as mãos pro alto, Cain Marko deixa o recinto afirmando que não há motivo para preocupação, mas a polícia não lhe dá muito tempo para falar antes de atirar. Sendo assim, Cain revida, dizendo que é um bom sujeito, mas, já que ninguém perguntou, ele também sabe ser mau.



Skottie Young mais uma vez demostra seu talento de escritor, com um história cheia de naturalidade e reflexões pertinentes sobre o mundo atual dentro de fora do universo super-heroico, como fez numa história estrelada pelo Anole em Dividos Lutaremos, cujo review você pode conferir aqui.

Falha
(Escrita por Chris Yost e desenhada por Paco Diaz Luque)

A história começa com Emma Frost refletindo sobre a mudança para São Francisco, sobre como ela representa um novo começo, uma ruptura no ciclo de ódio, medo, morte e desturição. Os X-Men hão de deixar tudo isso para trás e abraçar o futuro. Emma acredita que, na verdade, isso é uma besteira, já que algumas coisas não podem ser esquecidas ou perdoadas.



Ela diz que não merece nada disso, não merece Scott, e teme acordar e descobrir que é tudo apenas uma piada cruel. Conta que o namorado não confia totalmente nela, nem nunca irá, e sabe que ele está certo nisso, sendo que ela precisa se esforçar para não ler sua mente enquanto ele dorme.

Frost passa por seus colegas, incluindo seus alunos e queridas Cucos, listando para si motivos para cada um deles não cofiar nela, e confessando acreditar que, no fundo, todos a odeiam. Então ela espera e tenta ser uma pessoa à altura de todos eles, sofrendo diariamente por tentar chegar ao seu elevado padrão e esperando o momento em que eles lhe dirão que aquele não é seu lugar, pois não é digna de confiança e jamais fará parte da família. Enquanto pensa nisso, em meio a um jantar na cidade, ela se descontrola e grita, ordenando a seus companheiros que a julguem e expulsem de uma vez.



Todos param chocados, ela deixa o recinto e Logan vai atrás. O canadense diz já ter percebido o comportamento incomumente preocupado de Emma desde a mudança, e ela acaba desabafando o que sente. Wolverine a deixa a par do fato de que Scott Summers daria a vida por ela, assim como todos os outros ali, incluindo as crianças. Se ela fez coisas condenáveis, isso está longe de torná-la uma pária entre os X-Men. Nenhum deles está limpo, nem mesmo Ciclope. Há sangue nas mãos e escuridão na alma de todos ali, sendo este um efeito coletaral do que eles fazem. O que importa, explica Logan, é saber que ela odeia a escuridão dentro dela. Ele termina dizendo que, se ela quer perdão, deve começar se perdoando.

Voltamos ao monólogo principal, onde Emma olha o mar sozinha em sua forma de diamante e confessa que nunca imaginou que isto aconteceria. Que se importaria tanto, se apaixonaria, teria uma segunda chance, seria defendida e consolada pelos X-Men. Em sua forma de diamante não sente nada, e trabalhou a vida inteira para dar à sua mente a mesma perfeição fria, dura e sem emoção. Talvez seja esta sua falha. Voltando à forma humana, as emoções a atingem como água gelada, ao serem sentidas pela primeira vez. É assim que Emma Frost sente o perdão e percebe que, ali, com aquelas pessoas incríveis, pode mesmo haver uma segunda chance até para alguém como ela.



Por enquanto é só. A série continua mantendo a qualidade, o negócio é ficar de olho nas próximas histórias. Nos vemos lá.

*Título do artigo baseado no título da canção homônima da Joss Stone.

Léo


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