X-Men Nº103 (Julho/2010)

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X-Men Nº103 (Julho/2010)

Mensagem  leonardobento em Qua Jul 14 2010, 08:23



Hank McCoy e seu Clube X voltam ao ano de 1906 a fim de encontrar uma salvação para a raça mutante. Enquanto isso, no presente, o Professor X decide que é hora de fazer uma nova visita a Exodus e os Acólitos… para acabar com o grupo. (Uncanny X-Men 512; X-Men: Legacy 225; X-Men: Manifest Destiny 4) Revista mensal, formato americano, 76 páginas, papel Pisa-brite, R$ 6,50, distribuição nacional.

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Re: X-Men Nº103 (Julho/2010)

Mensagem  leonardobento em Qui Jul 15 2010, 10:15

Melhor história do Fraction nos X-Men, e os desenhos também.

A história da Mercury é fraquinha, mas, pelo menos, a Panini foi comprometida em publicar tudo de Divided We Stand e Manifest Destiny.

Legacy é bem legal também e deixou um clima para Utopia.

Edição muito boa.

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Re: X-Men Nº103 (Julho/2010)

Mensagem  Joao Roberto da Costa em Qui Jul 29 2010, 23:29

Fabulosos X-men: História muito boa mesmo. Roteiro bem amarrado, falas bem utilizadas, uma sequencia muito boa nos acontecimentos. Os desenhos casaram muito bem com a dinamica da história, sem duvida nenhuma a melhor história do Fraction a frente do título: 10,0
Mercury: História legal, gostosa de ler, conteudo bem agradavel: 6,0
X-men legado: Muito boa história, Carey trabalha muito bem o título, os dilemas, a visão de uma nova perspectiva lançada por Xavier a Exodo foi bem legal, desenhos muito competentes, produzem uma história de alta qualidade. 9,0
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Re: X-Men Nº103 (Julho/2010)

Mensagem  leonardobento em Seg Ago 02 2010, 21:01

Marvel escreveu:

Em busca da origem da espécie mutante...



Dr. Henry McCoy também é conhecido como o x-man Fera, um dos mais inteligentes cientistas deste planeta que se viu numa cruzada impossível para reverter a maldição da extinção mutante. Nessa empreitada, ele reuniu outras mentes brilhantes: o mutante centenário James Bradley que também atende por Dr. Nemesis; o ex-tropa alfa Madison Jeffries que já foi conhecido como Box; Dr. Yuriki Taikiguchi, especialista em mutação atômica; e a Dra. Kavita Rao, geneticista que outrora criou a ‘cura’ para as mutações; Associado a esse grupo, estão outros dois heróis – Warren Worthington III, vulgo o Anjo, e a novata na equipe, Betsy Braddock, a Psylocke. Juntos, eles formam o Clube X e nas páginas de X-men 103 tentarão encontrar a origem da espécie mutante.

Ainda em Graymalkin, nova morada dos X-men, Fera explica como será possível executar seu plano: com um mecanismo de viagem no tempo bem parecido com o que levou a X-force pro futuro, eles irão exatamente para 1906 encontrar os pais do Dr. Nemesis, um mutante nascido de humanos. Assim, tentarão recolher o material biológico necessário para entender melhor o procedimento da formação do Homo superior. Então, os relógios são marcados e começa a aventura.



Quase 100 anos antes de nosso tempo, somos apresentados ao Dr. Nicola Bradley, que estava para criar um gerador elétrico que certamente iria suprir em muito os problemas de energia de sua época. Lógico que uma invenção como essa está sendo almejada por outros. Contudo, sua esposa Catherine está sempre por perto para salvar seu amor.

Porém, balas não podem ajudar numa coisa – Nicola está no fim do seu prazo e seu financiador, Cornelius Shaw, o está cobrando. Então, mais tempo lhe é fornecido, na esperança de que em breve sua criação possa chegar nas mãos de Shaw.

Nesse meio tempo, bate a porta do Dr. Nicola Bradley todo o clube X, exceto pelo próprio James, que prefere se colocar longe dali. Catherine os atende com uma arma em punho, e deixa bem claro que não curtiu em nada a visita de estranhos. Dr. Nemesis goza da estratégia de Hank, mas esse não se dá por vencido ainda.



Enquanto isso, Shaw e sua silenciosa acompanhante chamada Salomé retornam para a sede do Clube do Inferno de São Francisco em 1906. Lá, alguém que mais lembraria um Rei Branco, cuida de seus pacientes, que na verdade são videntes, presos ali para prenunciar a vinda do Superhomem. E aquele homem ali está disposto a tudo para impedir o surgimento desses novos seres que possam simbolizar o fim da raça humana. Para isso ele precisa do experimento de Nicola Bradley e não permitirá outra falha de Shaw.



Na casa dos Bradley, o doutor tem duas excelentes noticias no mesmo dia. A primeira é que ele finalmente conectou as idéias para conseguir finalmente criar o gerador elétrico. A segunda é que Catherine está grávida.

Já o Clube X se reúne em outro lugar para pensar em novas estratégias. James Bradley puxa do bolso frascos de sangue que podem acodicionar qualquer material biológico por anos, sem qualquer tratamento especial. Entrega um para cada metade do grupo e os destina para obter a qualquer custo o sangue de seus genitores em menos de 14 horas.

A primeira equipe, composta por Anjo, Kavita e o doutor Yuriki, chega bem a tempo de salvar Catharine de um ataque. Contudo, o esforço da fuga faz com que ela passe mal e precise de um médico. E eis que entra inusitadamente o seu filho, vindo do futuro, na jogada.

James trata de sua mãe e ela confessa que teme estar sozinha na hora do parto, devido a obsessão que seu marido tem pelo trabalho. James a olha com pesar e garante que ela não estará só neste dia. Então, sai do quarto com um olhar triste. Quando os demais perguntam o que houve, Bradley confessa que sua mãe morreu durante o parto, no dia em que ele nasceu.



Em outro canto da cidade, Dr. Nicola Bradley faz uma amostra da sua obra para Shaw e Salomé. Os dois saem satisfeito e já garantem o pagamento do gerador. Contudo, Nicola mal sabia que sua invenção não estava para ser usada para uma benfeitoria em São Francisco. Na verdade, ela seria a força motriz de uma arma contra a vinda dos “Super-Homens”, chamada de Sentinela.

[img]

Achando tudo um absurdo, Nicola tenta reagir e provavelmente seria condenado se a segunda equipe do Clube X não chegasse a tempo. Psylocke, Box e Fera se infiltram no interior do clube, derrubando os soldados. Assim, o líder branco é alertado da invasão dos mutantes e não vê melhor ocasião para testar seu Sentinela.



O imenso robô avança pelas ruas de São Francisco levando terror por onde passa. As duas equipes dos Clube X se juntam mais uma vez para derrotar a máquina. Arcanjo e Psylocke invadem o interior do Sentinela e ataca os pilotos. Já Box, orientado pelo próprio Dr. Nicola Bradley, constrói um canhão elétrico a partir de peças de um velho carro ali estacionado. O disparo da arma causa uma tremenda explosão, derrubando a máquina. Contudo, no processo, Nicola é atingido mortalmente.

Catherine chega e abraça seu marido. Contudo, há pouco tempo para o Clube X ali. Dr. Nemesis tira uma amostra do sangue de seu pai e entrega os dois frascos para Catherine. Ele pede para ela confiar nele e enterrar os frascos em algum lugar no parque Golden Gate. Antes de partir, eles perguntam o nome do Dr. Nemesis. Ele responde e o casal decide que realmente James é um bom nome para um menino.



Então, o clube X mais uma vez retorna para o futuro. Agora, resta encontrar o lugar onde Catherine enterrou as amostras. Com a ajuda de Box, eles constroem um detector para localizar a amostra e partem sem demora para o parque. Contudo, para surpresa de todos, no local exato onde o localizador aponta, está repousado o gigante celestial (veja a mini para entender melhor do que falamos).



Bradley sorri da ironia e acredita que na verdade o Celestial pousou ali tempos atrás afim de que nunca fosse solucionado esse mistério na vida dos mutantes. Sem mais ter o que fazer, Bradley pede licença. Há algo que ele prometeu fazer ali. Então, retornamos a 1906 mais uma vez. Num quarto, o Dr. Nemesis sai com uma criança em seus braços e entrega a seus avós. A mãe da criança morreu, mas como prometeu, não estava sozinha na hora do parto. James Nicola Bradley nasceu no dia em que sua mãe morreu.

Esta obra, com algumas páginas a mais, foi originalmente publicada em Uncanny X-men 512, com roteiros de Matt Fraction e desenhos de Yanick Paquette.

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Re: X-Men Nº103 (Julho/2010)

Mensagem  leonardobento em Seg Ago 02 2010, 21:07

Marvel 616 escreveu:

X-Men Legado: Mutatis Mutandis



Primeiro, ele foi baleado na cabeça pelo ex-aluno Bishop. Em seguida, seu antigo inimigo Exodus restaurou sua saúde, embora nem todas as suas memórias tenham ficado intactas. Quando o homem lhe ofereceu a liderança de seus Acólitos, ele recusou, e partiu sozinho em busca de suas lembranças perdidas, de redenção pelos seus erros passados e de seu lugar no novo panorama mutante, com uma atitude mais ativa e decidida.

Agora que parte dessa jornada está completa, o Professor Charles Xavier volta à base dos Acólitos, a fim de ensiná-los mais uma lição.

A história, publicada em X-Men 103, começa em um sonho de Amélia Voght, em que ela encontra Xavier num hospital de campanha em Trípoli. Ele não esteve presente ali durante a estada dela no local, anos atrás. Por isso, ela percebe que se trata de um sonho e gosta da presença de Charles. Ele a alerta que está indo para Nova Avalon neste momento, e, ao contrário do que ela afirma, não será bem vindo, pois vai para destruir o local.



Ela acorda assustada, com Random em seu quarto, avisando-a que devem se juntar ao resto da equipe, pois há uma situação de emergência. Amélia não é a única que sonhou com o Professor X, embora o sonho dela tenha sido bem mais pacífico. Os Acólitos, reunidos – incluindo Karima Shapandar, a Sentinela Ômega -, monitoram a aproximação de Xavier, sozinho e desarmado, o que impede as defesas automáticas de identificá-lo como ameaça.

Ao chegar à porta de entrada, Charles simplesmente ordena que ela abra e assim acontece. Ele prossegue pela instalação, destruindo as defesas do lugar sem nenhum esforço físico e impedindo os sistemas de rastreá-lo.



O mistério óbvio aqui é: como ele poderia fazer isso apenas com seus poderes telepáticos? A resposta chega quando a acolita Unuscione percebe que é a responsável pelos atos, por estar sendo manipulada por Xavier. E, embora ela se lembre de acionar os escudos psíquicos que o impediriam de tal façanha, eles permanecem em espera. Karima conclui que tal memória deve ter sido plantada em sua mente pelo professor, e ela não chegou a ligá-los em nenhum momento.

Ele continua avançando e, ao perceber que, além de irrastreável, Xavier está manipulando suas mentes há horas, Exodus ordena que parte da equipe saia em busca do professor. Charles os encontra antes do contrário e, embora estejam com as mentes protegidas agora, as sugestões pré-hipnóticas que ele inseriu em suas mentes ao visitar seus sonhos permanecem intactas.

Livre desta frente de ataque, ele logo se depara com Amélia Voght, que lhe pergunta sobre que beijo de Judas ele plantou em sua mente desta vez. Charles conta que já fez isso uma vez com ela, e esqueceu. Agora que lembrou, preferiria ver a Terra queimar a fazê-lo de novo. Após um momento de silêncio, ela não consegue evitar as lágrima e ele simplesmente segue adiante.



Xavier chega ao encontro de Exodus, que acusa seus métodos de covardes. O professor explica que não tocou na mente dele, e que tudo que pede é um minuto de seu tempo. O acólito pergunta a Karima, única presente da sala além dos dois, se suas armas estão travadas no Professor X, e ela explica que não, estão travadas nele.

Ela deve o pouco de humanidade que possui a Charles, e não poderia voltar-se contra ele ou permitir que seja ferido. Sem outra escolha, Bennet du Paris decide travar a batalha final mente a mente com Xavier.

Mas o professor explica que não foi até ali para lutar, e enviou os sonhos apenas para que não fosse erroneamente bem recebido, já que não foi ali como amigo. Ele pretende, sim, destruir os Acólitos, por não ver alternativa, mas acredita que nenhum sangue precisa ser derramado no processo. Exodus desdenha do comentário, afirmando que jamais se renderia, pois sua vida é dedicada ao juramento que fez de proteger e guiar seu povo. Charles gosta de saber que este ainda é seu objetivo, e pede que o acólito o acompanhe numa caminhada, onde conversarão.

Exodus diz que Charles não o persuadirá. Sendo assim, Xavier questiona o que ele teria a perder. Seu tempo, sua paz de espírito e talvez seu rumo, ele confessa. Bennet ainda explica que não tem medo do Professor X, pois só teme a desonra e a morte sem o cumprimento de seu objetivo. Charles conta que o passeio que farão é por suas própria memórias.



Eles começam vendo uma galeria de Acólitos, com membros do grupo de várias épocas diferentes. Exodus conta que aqueles são os mais bravos e nobres ao lado de quem já lutou, e o professor o relembra do fato de que tantos daqueles nomes estão hoje gravados em lápides. Tal como muitos alunos de Xavier, como Bennet não deixa de retrucar.

Em seguida, o professor mostra uma galeria de diferentes inimigos dos X-Men (num painel bem legal que faz homenagem à abertura do desenho dos anos 90), e conta o grande número de facções e exércitos montados para guerrear por doutrinas ou motivos de ordem teórica. Com isso, mutantes mataram mutantes e a espécie pareceu querer se auto-extinguir. Exodus explica que não é responsável pelos erros alheios. Mas Charles retruca que será, se repeti-los.



Ele continua, dizendo que, apesar do discurso de Exodus sobre seu dever para com seu povo, quando a messias veio, ele quis tomá-la para si, para seus próprios objetivos. Eles agiram como crianças disputando algo, numa questão tão fundamental de sobrevivência. Bennet luta há muito tempo, mas o mundo mudou, a Dizimação veio e foi, e ele continua ali. Exodus se irrita com tal afirmação, e pergunta onde mais ele deveria estar, senão em seu posto?

Voltando ao cenário real de Nova Avalon, Xavier responde, dizendo que ele deveria estar com os outros poucos mutantes remanescentes. Com os X-Men, em São Francisco, em vez de travando uma guerra ultrapassada num campo de batalha imaginário.

Charles explica que eles não são mais seus X-Men, e que a questão aqui não é o certo ou o errado. A messias veio e quase morreu por ações mutantes. E quando ela vier de novo? Eles agora são muito poucos para se darem ao luxo de se dividirem em facções divergentes. Um vacilo e todos vão para o abismo juntos. Exodus pensa que pode impedir a catástrofe, mas como fará aliança com seus inimigos quando os exércitos humanos vierem atrás dele? Porque eles virão, guiados por seu medo e fraqueza. Para os mutantes, resta a união ou a morte. Nos dias de hoje, são as únicas opções.
[Nota do Redator: Como diria Jack Sheppard! ;-)]



Bennet se espanta por um momento com o discurso em tom de desabafo do professor, e diz que ele e seus Acólitos considerarão o proposto.

A seguir, Karima guia Charles até o quarto onde Joanna Cargill permanece inconsciente, desde seu último encontro. Talvez pela desobediência da mulher ao tentar matar Xavier, Exodus não a acordou com seus poderes. O Professor X o faz, ela o ameaça de morte de novo e ele simplesmente retruca que a deixará dormindo por mais um ano, caso toque nele. Ela foi desperta pois há um debate importante de sua equipe do qual deve participar.

Charles aguarda o fim da reunião, até que Amélia vai a seu encontro e lhe conta que Exodus dará início ao que chama de peregrinação, embora nem todos os membros do grupo compreendam como as coisas mudaram. Voght confessa estar impressionada porXavier ter derrotado os Acólitos quase sem luta, e que a parte dela que o odeia por isso é relativamente pequena.

Xavier abre o jogo, dizendo que ela já o trouxe de volta à vida uma vez, depois que ele perdeu o usa das pernas, e que ele mesmo odeia várias partes de si, e preferia que o Charles Xavier que abusou da confiança dela e a afastou jamais tivesse existido. Amélia diz que também tinha seus problemas e que a culpa não foi toda dele. Charles ainda fala sobre o quanto deve a ela e o tão pouco que pagou, mas ela o interrompe, dizendo que hoje não é dia para isso, por ser um dia de términos.



Os Acólitos deixam Nova Avalon, e na saída, Joanna Cargill acusa o ato de covarde, dizendo que fogem porque as probabilidades se voltaram contra eles. Mas Exodus discursa que o que mudaram não foram só as probabilidades, mas o campo de batalha e a própria razão pela qual lutam. A raça mutante precisa de outro tipo de cruzada, e eles devem ser os guerreiros de que seu povo precisa, custe o que custar, deixando também para trás meios que não mais podem ajudá-los. Nisso, ele usa seus poderes para demolir a montanha onde sua base de operações ficava.

Charles puxa mais uma conversa, onde Exodus diz que renuncia a este nome, devido à sua referência ao Êxodo bíblico. Bennet explica que Moisés guiou seu povo a uma terra prometida onde jorrava leite e mel, enquanto ele está apenas comandando uma retirada. Xavier explica que não é disso que se trata, e sim do encerramento atrasado de guerras que não mais existem; de não esquecer o passado, mas fazer as pazes com ele e finalmente viver o presente. Quando o acólito diz que vê o presente como uma barbárie onde animais cospem no Céu e devoram uns aos outros enquanto morrem, o conselho do professor é curto e grosso: “Então mude-o.”



Neste momento, um helicóptero se aproxima dos dois. Lendo a mente do piloto, a única não protegida por escudos eletrônicos, Bennet descobre apenas que ele trabalha para o MARTELO e não sabe porque está ali. Ele desconfia que aquilo possa ser parte de um plano de Xavier para prendê-lo, o que claramente não é o caso, e o professor confessa não fazer ideia do motivo da presença do helicóptero.

Logo, ninguém menos que Norman Osborn desce dele, perguntando a Charles se pode ter um minuto de seu tempo, e a história termina.



O que vai sair desse encontro, a gente descobre mês que vem, no próximo grande crossover da Marvel, que promete colocar os Fabulosos X-Men e os Vingadores Sombrios de Osborn em rota de colisão.

Por enquanto é só, nesta excelente história sobre mudança e realismo sobre a situação dos mutantes da Marvel que serve como um tipo de conclusão para a memorável fase de Charles Xavier como protagonista de X-Men Legado.

Para finalizar, não posso deixar de lembra da capa alternativa norte-americana que esta edição teve. O já famoso desenho de nossa querida Adriana Melo, que mostra a Vampira e faz homenagem a Madonna e Marylin Monroe:



Bom, é isso. Cuidamos do passado, e vejamos o que o futuro tem para nós. Até a próxima.

Léo


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Re: X-Men Nº103 (Julho/2010)

Mensagem  leonardobento em Dom Ago 08 2010, 17:03

Marvel 616 escreveu:
X-Men – Destino Manifesto: New Perspective*

Em X-Men 103, temos mais uma história curta da série, e a estrela da vez é a jovem Mercury. Num passeio por São Francisco, ela deve encarar o problema de aceitação de sua condição mutante não apenas pelo mundo a seu redor, mas por ela mesma, com a ajuda da colega de equipe X-23.



A história, escrita por C. B. Cebulski e desenhada por André Coelho, começa com as duas já citadas jovens mutantes andando pelo cais. Calada, Mercury observa seu reflexo e Laura questiona o porquê dela estar tão quieta, algo que não é de sua natureza. Cessily conta que aquele lugar a faz lembrar seus pais e de como eles passaram a tratá-la de forma diferente quando sua mutação se manifestou. Mas ela não os culpa, punindo-se por sua condição.

A questão, em sua concepção, é a de que seus pais não são de metal, e ela é feito uma massa de modelar: pode mudar de forma à vontade, o que pode parecer libertador, até perceber-se que, de fato, ela é uma aberração metálica e não um ser humano e, no final, acaba jogada de lado como qualquer objeto usado.

X-23 observa calada por um momento, e pergunta à amiga se está pronta para fazer terapia. Antes que ela entenda de que Laura está falando, três integrantes do Culto do Inferno aparecem para esclarecer a dúvida. Mercury constata que o bando escolheu um péssimo dia para provocá-la e os nocauteia sozinha, uma vez que X-23 se recusa a interferir, por aquela ser um briga de Cessily, segundo ela.



Os agressores reconheceram as duas a partir da foto de capa de um jornal local, que mostra a gloriosa vitória dos X-Men contra os skrulls, durante a Invasão Secreta. Laura usa a massinha à qual Mercury se comparou para copiar o rosto da amiga do jornal, enquanto explica que aquela briga era dela porque deveria enxergar a verdade por conta própria: a massa não poderia fazer o que ela fez; ela não é uma bolha de metal sem vida, mas uma pessoa, uma heroína, que precisa deixar o passado e a opinião alheia para trás e olhar para o que se tornou agora.



X-23 explica que, fazendo isso, ela corre o risco de gostar muito do que vê.

*Título do artigo baseado na música homônima do Panic at the Disco.

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