X-Men Extra - Nº 99 (Março/2010)

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X-Men Extra - Nº 99 (Março/2010)

Mensagem  leonardobento em Seg Mar 15 2010, 20:17

Sinopse: A Rainha Leprosa ressurge com sua campanha genocida contra toda a raça mutante, colocando a X-Force diante de uma nova guerra! E, no futuro inóspito e desolado, Cable e Esperança, a messias mutante, precisam sobreviver a todo custo num mundo cada vez mais hostil.
(Cable 11 e 12, X-Force 12 e 13)
Revista mensal, formato americano, 100 páginas, papel Pisa-brite, R$ 7,95, distribuição nacional



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Re: X-Men Extra - Nº 99 (Março/2010)

Mensagem  leonardobento em Ter Mar 23 2010, 19:28

Sem a arte do Olivetti - pelo menos em boa parte das histórias - as edições de Cable ficam mais dinâmicas. Mesmo assim, os desenhos novos são muito bobinhos também. De qualquer forma, a Esperança já está mais crescida e esperta.

X-Force é perfeita. Mesmo os desenhos escuros não conseguem ofuscar a perfeição da história.

Excelente! Capa perfeita também!

Pena que mês que vem não teremos ainda A Guerra Messiânica. Mas já vale pelo one-shot do Colossus e as histórias de Destino Manifesto.

No aguardo das mudanças e do possível cancelamento.

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Re: X-Men Extra - Nº 99 (Março/2010)

Mensagem  leonardobento em Seg Abr 05 2010, 20:20

Marvel 616 escreveu:

Cable: Filha de um Soldado



A batalha contra o presidente barata teve um fim drástico, a morte de Esperança, mãe adotiva da bebê mutante messias e amante de Cable no futuro. E ainda assim, isso não simbolizou o fim da Guerra. Ao que parece, as baratas sobreviventes não iam desistir tão fácil e até evoluíram para seres ainda mais mortíferos e capazes de voar. Pelo visto, mesmo livre da ameaça de Bishop, o futuro do Soldado mutante e da pequena Esperança (a menina ganhou o nome da “mãe”) é ainda mais desolador.

Cable e Esperança (que de longe não podemos mais chamar de bebê) se associaram a rebeldes no Texas, sob a liderança do General Zyker. Contudo, a batalha se mostrava cada vez mais desfavorável aos humanos e como última investida, uma bioarma contra as baratas estaria para ser lançada. O problema é que ela provavelmente também afetaria os humanos. Por isso, Cable e a garotinha foram dispensados dos deveres.



Assim, a única opção do Soldado era avançar no tempo, cerca de cem anos depois. E o que havia no futuro não era nada animador. O cenário na verdade era uma grande terra desolada com qualquer forma de vida completamente erradicada.



Esperança parece tensa com tudo que vê e se questiona sobre o que farão se não encontrarem nem mesmo comida. Cable brinca dizendo que aí teria que fatiá-la para fazer lanchinhos. Ela corre e sorri, aliviando a tensão do momento.

Então, mais um deslocamento temporal é tentado. E nada muda. Esperança vomita no traje de Cable, mostrando que não é nada favorável a esse meio de transporte tão usado por seu “pai”. Demora um tempo para encontrarem algo aparentemente vivente – um tipo de coiote. Cable vai atrás do animal, mas logo descobre que o bicho é nada menos que um máquina, provavelmente um batedor ou espião. Mas quem o construiu? E quando?



O próximo passo então é caminhar pelo lugar. Talvez, encontrem um lugar não atingido pela arma biológica. Talvez. E no caminho, muitos assuntos são esclarecidos a Esperança – A missão de Cable pra protegê-la, a existência dos verdadeiros pais das meninas, Bishop, a máquina do tempo quebrada que só permite que eles viagem para o futuro e, claro, o que é ser mutante.



A menina simplesmente se empolga com a idéia de ter poderes devido a ser uma mutante e não pode esperar para saber quais são. Ela até brinca de que seus dons são de fazer as coisas explodirem, o que rende-lhe o apelido de “garota explosiva”.



O tempo passa e a situação começa a piorar para os dois. Os recursos acabam e Cable é obrigado a tentar a água da chuva. Contudo, ao testá-la, se mostra não potável e isso praticamente o obriga a tentar ir mais longe no tempo. Ele está exausto e está salvando os últimos recursos para a menina, mas é preciso tomar esse passo.



E é feito. Eles deslizam no tempo mais uma vez e acabam parando num imenso buraco. E todo o lugar continua inabitável. Foi demais até para o Soldado mutante. Ele sente uma intensa vertigem e cai, deixando a pequena garota apavorada.



Sozinha, Esperança tenta reanimar seu pai adotivo, mas não sabe direito como fazer. Nathan está desidratado e não tem nada próximo que ela veja que possa ajudar. Nada além de um ponto brilhante distante. Ela corre até lá e começa a desenterrar aquele estranho objeto com inscrições estrangeiras. No final, vê o que parece ser um nave ou plataforma espacial japonesa que simplesmente caiu no deserto.



Usando o máximo de sua força, consegue destravar a porta de acesso, mas teme entrar sozinha naquele lugar escuro. Seu medo e a vida de Cable pedem numa balança.



Então, a mocinha para e pensa no que Nate teria feito. Então, ela vai até onde ele está caído e pega tudo o que precisa. Assim, preparada como sempre seu “pai” estava, ela está pronta para qualquer Guerra.



A lanterna a ajuda a ter confiança e adentrar na estação. Lá encontra esqueletos, mas consegue superar seu medo deles e seguir em frente. Dentro daquela estação, encontra um imenso sistema de recuperação de água, uma unidade de filtragem de urina.

Com uma faca, ela retira um daquele galões e o arrasta até fora da estação. Agora, resta verificar se a água é potável. Pega as pastilhas que o Cable usou anteriormente e faz o teste. Para sua alegria, a cor desta vez é clara e ela pode dar o líquido a seu pai.



Minutos depois, Cable desperta. Ele parece atônito ao saber que a menina sozinha conseguiu se virar daquele jeito. Chega até mesmo a desconfiar que ela na verdade pode ter feito uso de poderes mutantes e pede para ela se concentrar para tentar descobrir quais são os dela.

A menina o olha de esguelha e tenta convencê-lo de que fez nada mais do que ele faria. Ela usou o ambiente a favor dela. Cable insiste e ela faz um esforço em vão de descobrir seus dons.



Nate, então, deixa de lado sua desconfiança e ambos começam sua viagem. Desta vez, pelo menos, o lugar não parece tão árido.

Dias depois, a dupla chega de volta a Westchester, onde era a antiga mansão Xavier. Seus recursos mais uma vez estão escassos e Cable não mede esforços para abusar de suas armas de fogo e chegar a qualquer custo no interior da Mansão.

Lá, pelo menos, eles encontram novas armas e os antigos uniformes do grupo. Cable troca de roupa e a garota pega o uniforme da Kitty Pryde para vestir, fazendo uma cara de nojo ao saber que a heroína estava morta quando Cable deixou o lugar no passado. E no meio daquilo tudo, Cable acaba achando o gravador digital que seu pai, Scott Summers, deixou tempos atrás no lugar.



Cable pega o objeto nas mãos e automaticamente ele começou a falar. Scott gravou aquilo para alertá-lo sobre a presença de Bishop e afirma que o obcecado mutante não vai parar até Esperança morrer. Scott diz que a atual situação o incomoda tanto quando foi obrigado a largar mão do pequeno Nate quando era bebê para salvá-lo. Mas Scott diz que tem fé e afirma que não existe ninguém no mundo que ele confie mais do que Cable. “Você é meu filho. É tudo de que preciso saber” são as últimas palavras da gravação.

Então, restabelecidos e bem armados mais uma vez, é preciso seguir em frente. A menina já lamenta que terá que estragar o novo uniforme com seu vomito, mas sabe que é preciso. E, assim, eles pulam no tempo mais uma vez. E neste novo futuro, eles voltam a encontrar mais uma vez formas de vida.

A pergunta que fica no entanto é... serão amigos ou hostis?



E assim, encerra-se nessa edição 99 de X-men Extra, uma curta história escrita por Duane Swierczynski e desenhada por Ariel Olivetti e o artista convidado, Jamie McKelvie. Essa edição marca tanto o prólogo de uma nova saga chamada “Guerra Messiânica” como também a saída do personagem (e da X-force) da revista (mesmo que temporariamente). Ao que parece, teremos um tipo de minissérie chamada X-force/Cable (a ser confirmada ainda em abril).

Coveiro


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Re: X-Men Extra - Nº 99 (Março/2010)

Mensagem  leonardobento em Qua Abr 07 2010, 20:27

Marvel 616 escreveu:

X-Force: Guerra pelo futuro mutante



A luta contra aqueles que desejam o fim da espécie mutante, e fariam qualquer coisa para que isso ocorresse, continha para a X-Force. Dessa vez, em X-Men Extra 99, um dos “monstros” ressuscitados por Eli Bard com o uso do vírus tecnorgânico, Graydon Creed surge em um comício anti-mutante dos Amigos da Humanidade. De repente, uma morlock há muito desparecida, chamada Belos Sonhos, surge nitidamente com seus poderes totalmente fora de controle, e como a voz em off nos mostra, ela foi capturada há pouco tempo. Seu descontrole faz dela uma bomba mutante, matando mais de mil humanos e a si mesma. A responsável por isso é a ressentida Rainha Leprosa, também trazida de volta à vida, e sugestivamente condenando os próprios atos, deixa claro que sua missão é matar mais mutantes.

Logo vemos que boa parte dos acontecimentos transcorridos nas histórias da X-Force vem sendo investigados pela outrora Divisão C da SHIELD (agora do MARTELO), liderada pela agente Morales, cuja busca por X-23 revelou mais do que imaginava.

Nas indústrias Graymalkin, lar dos X-Men, as irmãs Stepford, as Cucos, rastreiam Rahne a mando de Ciclope. Enquanto isso, Scott conversa com o Fera sobre a possibilidade de desenvolverem um dispositivo temporal que permitisse que fossem atrás de Cable e da pequena Esperança (“batizada” recentemente), e o máximo que o azulado mutante consegue é o limite de 32 horas no futuro, com o risco de tirar a vida de quem quer que fique um segundo a mais. Mesmo com essa limitação, Ciclope pede sete cópias, sem revelar para quem são.



Ressentido, Hank diz que Scott não tem lhe contado tudo que tem feito, querendo não participar de algo que leve, por exemplo, ao assassinato de Bishop. Ciclope pede ao amigo que confie nele. Mesmo contrariado e um tanto sombrio, o Fera concorda e promete os dispositivos para muito em breve.

Logo Ciclope se junta aos sete viajantes, a X-Force, cujos membros reunidos na ilha de Alcatraz parecem muito agitados, principalmente Apache. Outros um tanto irritados, como o Vanisher (o único alívio cômico possível dessa pesada equipe) que tem a orelha arrancada por X-23 por, aparentemente, merecer a punição. Nada que Elixir não possa resolver.

A notícia dos últimos momentos de Belos Sonhos chega a eles, com a revelação de que, de fato, um uso abusivo de seus poderes causou a morte de todas aquelas pessoas e dela mesma. Logo o Anjo lembra que o que fazia isso com os mutantes era o Vírus Legado, deixando claro que não destruíram todas as amostras ainda existentes.



Claro que as suspeitas recaem sobre Bastion, e assim Ciclope envia a equipe para monitorar o próximo comício dos Amigos da Humanidade.

Ao mesmo tempo, enquanto Pó cai mais um pouco na conversa de Donald Pierce, que a confunde com enigmas, percebemos que ele está preso com um propósito (dando algum motivo para aqueles desastres de histórias dos Jovens X-Men): espionar o local para Bastion, que o controla à distância. O próprio andróide explica a Creed que a morte dos vários humanos nos comícios é necessária, para que o objetivo final seja atingido. E logo se concentra em mais uma de suas ferramentas: a Rainha Leprosa.

Ela demonstra ser a menos resignada dos “fantasmas” trazidos de volta à vida, tentando lutar a todo o momento contra o controle de Bastion. Em vão. Mesmo não querendo matar tantos humanos, ela segue com as ordens.

Reunida com sua Liga Sapien a própria Rainha Leprosa reconhece o quanto não passam de imbecis que tentam culpar quem é diferente por seus próprios problemas. Pegando mais uma amostra do vírus legado reproduzido pelo “fantasma” Cameron Hodge, contamina mais um mutante. Mais um comício. Mais mortes. E tudo o que ela consegue desejar é voltar a morrer.



Bem longe dali, Lupina conversa com o ressurgido Hrimahri, que conta como o último Ragnarok ocorreu, e como os asgardianos e tudo sobre o que Thor tem poder voltou à vida de uma forma diferente. Na Terra. E ele entendeu isso como um sinal de que deveria vir atrás dela. De seu amor do qual há muito estava separado (se não leu isso anos e anos atrás na época dos Novos Mutantes, você não sabe o que perdeu). Relembrar tudo isso foi o suficiente para convencê-la.



Mais tarde, em várias aglomerações nos EUA a X-Force se espalha e monitora qualquer atividade suspeita, a contragosto de X-23, acompanhada pelo Anjo. E todo o “pensamento positivo” da jovem acaba atraindo o problema para perto de si. Do meio da multidão, o Febril se revela como a próxima bomba-mutante. E não há tempo para fazer nada, e o mutante explode em chamas matando mais uma multidão, fazendo-nos temer até pela vida dos dois X-Men no local.



A segunda e última parte do arco Lepra Suicida - por Craig Kyle e Chris Yost, nos roteiros, e Clayton Crain, na arte - começa com um olhar sobre um jovem mutante do qual ouvimos falar pouco desde Complexo de Messias. O Satânico, Julian Keller, tentando levar uma vida um pouco mais comum logo foi sequestrado pela Liga Sapien.

Logo ficamos sabendo que, graças à mutação do Anjo em Arcanjo, Warren e Laura foram dois dos poucos sobreviventes da explosão do Febril. Wolverine, mesmo ele, fica assustado ao pensar que esse lado sombrio do X-Men fundador pode ter gostado do que viu uma hora atrás. Mas é justamente o ex-arauto do Apocalipse que revela ter visto a Rainha Leprosa irritado com a autoria do atentado.

As ações a serem tomadas em seguida, e a maneira como Ciclope tem lidado com elas, ainda deixam Logan ressabiado. A gravidade da situação logo é eloquentemente ressaltada por ele e por Dominó, pois o plano é claro: causar uma nova onde de histeria anti-mutante, assassinado no processo mutantes e humanos inocentes. Assim, Wolverine decide o que fazer, poupando Scott de tal ordem: é preciso matar a Rainha Leprosa.

Mesmo concordando, a cabeça de Ciclope está na missão de resgate de Cable e da messias mutante. Ele precisa da X-Force para salvá-la e matar Bishop, considerando tal missão prioritária. Explica as limitações do dispositivo temporal (32 horas e meia de viagem) e a urgência da missão. Assim que encontrar Cable, serão todos enviados automaticamente em seu encalço.



Sob os avisos de Pierce, Pó é levada a pedir ajuda das Cucos para verificar se algum amigo corre perigo. E a resposta é positiva. Três deles. Mas a intervenção sutil de Ciclope não permite que os nomes sejam revelados. Tudo aponta para Nova York, e a divisão C da agente Morales está na mesma pista, mas seu alvo não é apenas a Rainha Leprosa.



Em um interlúdio, Hrimahri tenta demonstrar a Rahne, assumindo forma humana, que foram reunidos por um propósito.

Chegando a Nova York com mais uma discussão envolvendo o mala, mas útil, Vanisher, a X-Force precisa agir com rapidez. Com isso, Wolverine questiona Ciclope sobre a integridade dos mutantes capturados, que rebate qualquer possibilidade de discussão usando o futuro da própria espécie como pretexto. Mas Logan se recusa a fazer qualquer coisa antes de salvar os jovens. Mas além do Satânico, quem mais está nas mãos da Rainha Leprosa?

Logo sabemos que Faísca e Dinamite (membro de uma das formações mais tradicionais da X-Force) são as duas vítimas, e os três estão prestes a serem mortalmente infectados com o vírus Legado. Faísca e o Satânico são levados para a sede da ONU, enquanto Tabitha fica no local para um propósito distinto.



Sozinho em São Francisco, com o peso do mundo em suas costas, Scott recebe o chamado de Hank: ele encontrou Cable.

De volta a Nova York, Wolverine desconfia (com razão) de uma armadilha, mas se arrepende de ter revelado a identidade dos seqüestrados. Os mais atingidos emocionalmente são Elixir e X-23, pois são seus amigos que estão ali. Mostrando pouca vocação para liderança, Logan logo ordena o ataque, que, como sempre, é sangrento.

Logo eles percebem que só Dinamite foi mantida no cativeiro, sob a agulha ameaçadora empunhada pela Rainha Leprosa. Mas com Wolverine e Dominó em seu encalço, ela não tem chance. Porém, nesse mesmo momento, vem o aviso de Ciclope sobre o paradeiro de Cable.

Em meio à discussão, a Rainha Leprosa não consegue o que quer. E nem a X-Force. Sob as ordens de Ciclope, os sete são enviados ao futuro, para a ira de Wolverine. Enlouquecida, a Rainha Leprosa lamenta continuar viva e, para se vingar, dispara contra Tabitha.



Essa história termina aqui... por hora. Pois enquanto a furiosa X-Force se junta a Cable e Esperança na Guerra Messiânica, ainda nos restará saber o destino de Dinamite, Satânico e Faísca. E como Ciclope lidará com a fúria de Wolverine e dos outros, caso esses retornem vivos.

João


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Re: X-Men Extra - Nº 99 (Março/2010)

Mensagem  Joao Roberto da Costa em Qui Abr 22 2010, 08:57

Bom andei muito ocupado e fiquei meio longe do forum, mas vamos lá:
Senti falta na edição de uma história dos x-men, mesmo que alguém diga que a x-force seja composta por x-men, não teve história dos x-men enquanto grupo numa publicação dos x-men e isso não e muito legal.
Do que foi publicado gostei do Cable, as duas histórias foram interessantes, não morri de amores pela arte, mas não se pode ter tudo, gostei justamente da ideia da Esperança conseguir se virar sozinha, foi uma boa, pois ela salvou a vida do Cable, legal ver que ela aprendeu bem com o Nate.
X-force é o top da revista, os desenhos estão menos escuros nesta edição o que ajudou muito para eu poder indentificar os acontecimentos, destaque para a forma que Febril morreu, foi impressionante, gosto muito do trato que estão dando ao Arcanjo.
Ambos os arcos levam para o mesmo rumo, justamente para a guerra messiânica, espero que seja uma boa saga bem como espero que tenha seu inicio em x-men extra 101.
Enfim foi uma boa edição, valeu o investimento.
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Re: X-Men Extra - Nº 99 (Março/2010)

Mensagem  leonardobento em Qui Abr 22 2010, 09:20

Joao Roberto da Costa escreveu:Bom andei muito ocupado e fiquei meio longe do forum, mas vamos lá:
Senti falta na edição de uma história dos x-men, mesmo que alguém diga que a x-force seja composta por x-men, não teve história dos x-men enquanto grupo numa publicação dos x-men e isso não e muito legal.
Do que foi publicado gostei do Cable, as duas histórias foram interessantes, não morri de amores pela arte, mas não se pode ter tudo, gostei justamente da ideia da Esperança conseguir se virar sozinha, foi uma boa, pois ela salvou a vida do Cable, legal ver que ela aprendeu bem com o Nate.
X-force é o top da revista, os desenhos estão menos escuros nesta edição o que ajudou muito para eu poder indentificar os acontecimentos, destaque para a forma que Febril morreu, foi impressionante, gosto muito do trato que estão dando ao Arcanjo.
Ambos os arcos levam para o mesmo rumo, justamente para a guerra messiânica, espero que seja uma boa saga bem como espero que tenha seu inicio em x-men extra 101.
Enfim foi uma boa edição, valeu o investimento.

A tendência é que não tenhamos X-Men no título por um bom tempo. Contudo, João, a revista é para ser algo extra: por isso trará todas as equipes subjacentes - Novos Mutantes, Cable, X-Force, X-Factor...

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Re: X-Men Extra - Nº 99 (Março/2010)

Mensagem  Joao Roberto da Costa em Qui Abr 22 2010, 13:17

Eu entendo isso Leo, mas que deveria ter algo dos x-men junto deveria, até porque com mais espaço na revista eles poderiam dar um jeito nisso, por exemplo poderiam publicar mais histórias de x-men origem.
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Re: X-Men Extra - Nº 99 (Março/2010)

Mensagem  leonardobento em Qui Abr 22 2010, 22:13

Joao Roberto da Costa escreveu:Eu entendo isso Leo, mas que deveria ter algo dos x-men junto deveria, até porque com mais espaço na revista eles poderiam dar um jeito nisso, por exemplo poderiam publicar mais histórias de x-men origem.

Eles irão, João. Mas os próximos ainda devem demorar um pouco para sair.

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